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  • 20fev

     

    BLOG DO ZÉ BETO

    Por Dirceu Pio

    Ainda faltam dois, Carlos

    Alguém precisa dizer ao vereador Carlos Bolsonaro que para completar a limpeza que ele iniciou ainda faltam pelo menos dois marmanjos, que precisam ser afastados do pai com urgência – o “empresário” Paulo Marinho, suplente do senador Flávio Bolsonaro e o “diplomata” Marcos Troyjo, atual secretário especial de comércio exterior e assuntos internacionais do Ministério da Economia…

    Gustavo Bebiano, Paulo Marinho e Marcos Troyjo são crias legítimas do mais nefasto empresário brasileiro, o baiano Nelson Tanure, um homem para lá de perverso….

    Tanure e seu colega German Edromovich são conhecidos no mercado empresarial brasileiro como “urubus” – deixam-se atrair pelo cheiro da carniça exalado pelas empresas insolventes e atacam os despojos com a crueldade dos homens absolutamente sem coração…

    O trio é também muito amigo, sabe de quem ? … do inefável José Dirceu, que há pouco tempo, todo alegrinho,disse que voltaria ao poder, sem ganhar as eleições…que ninguém o subestime: se Bebiano caiu, ele tem no poder seus outros dois amigos, Marinho e Troyjo, tudo farinha do mesmo saco…

    AMIZADE ANTIGA

    Marinho é amigo de Bebiano há mais de 30 anos…trabalharam juntos nos anos 2000 no Jornal do Brasil, quando este era comandado por Nelson Tanure. Marinho era o vice-presidente e Bebiano o diretor jurídico.

    Chamado de “urubuzinho”, Troyjo apareceria no ninho algum tempo depois (2004), já transformado no homem da maior confiança de Tanure no comando do jornal Gazeta Mercantil, uma empresa em ruínas que eles acabaram de enterrar depois de embolsar mais de 500 milhões em dez anos de operação selvagem…

    Tanure e seus aliados, hoje empoleirados no governo, deveriam estar presos por trabalho escravo…

    Inacreditável que o presidente Jair Bolsonaro ainda não tenha se dado conta de como pode ser perniciosa sua relação com Paulo Marinho…ele já foi sócio de Nelson Tanure em vários empreendimentos…depois, brigaram …

    Com ajuda do impoluto Ricardo Boechat, Marinho detonou Daniel Dantas, o dono do Oportunity, para favorecer Nelson Tanure na disputa do controle acionário da telefônica canadense TIW…

    Foi Gustavo Bebiano quem introduziu Marinho no clã de Bolsonaro….

    E ele começou a nadar de braçada nas esferas de poder…cedeu sua mansão no Jardim Botânico (RJ) para gravação de programas do PSL e começou a frequentar a casa do presidente no RJ, sempre solícito como agem os grandes puxa-sacos…

    Seu filho, André Marinho, é presidente do braço jovem do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), criado em 2003 por João Doria, governador de São Paulo.

    Foi André quem traduziu a primeira conversa de Bolsonaro com o presidente americano, Donald Trump.

    E assim segue o baile…não será de espantar que Zé Dirceu, agindo nos bastidores dos bastidores — como ele gosta – recupere parte do poder que já teve, se é que já não recuperou…e que Nelson Tanure volte a frequentar os porões do poder em Brasília sem pagar o seu enorme passivo trabalhista

    A menos que o pit-bull Carlos entre novamente em cena para estragar a festa…

    E eu torço para que ele o faça..

  • 28jan

    BEM PARANÁ / PEDRO RIBEIRO

     

    Em respeito à memória de José Richa, o pai era diferente do filho

    Podem ter certeza de que se o primo distante aparecesse levaria uma cintadas

    Dentre os jornalistas, hoje ditos da velha guarda que atuaram nos anos da década de 80 em diante, era muito raro, difícil encontrar um deles que não tivesse simpatia e admiração pelo bonachão e acessível governador do Paraná, José Richa, o primeiro a ocupar o cargo em eleições livres e diretas após anos de ditadura militar.

    O próprio acesso ao seu gabinete no Palácio Iguaçu estava quase sempre aberto, principalmente no salão que ficava anexo a sua sala de despachos, onde também concedia suas audiências reservadas para tratar de assuntos do estado.

    Quem estabelece hoje o paralelo sobre o comportamento do velho turco daquela época com a do seu filho, Beto Richa, duas vezes presos por fortes inícios de envolvimento em atos de corrupção, não deixa de ser tomado por um certo sentimento de melancolia e decepção profunda.

    Melancolia nostálgica, misturada a uma saudade dos tempos da investidura de uma representação que dignificava o cargo de governador, que não nos envergonhava, nem mesmo após cumprir seu mandato.

    Decepção pela constatação daquilo que deveria ser da mesma linhagem ter se revelado um rufião sem capacidade e sem conteúdo, investido no mesmo cargo mas habitante de um mundo paralelo, de futilidades, oportunismo e falta de compromisso com a probidade que dele se esperava, à semelhança do pai.

    Era quando concedia entrevistas coletivas à forte imprensa que havia na época, com jornais estaduais de grandes tiragens e presença de repórteres de veículos nacionais que mantinham suas sucursais em Curitiba, que o velho governador parecia de fato se sentir em casa.

    Não fugia de nenhuma pergunta naqueles anos efervescentes da democracia instaurada no País.

    Ia logo tirando os sapatos e as meias, sentava-se à cabeceira da mesa, com pés no chão e cuia de chimarrão à mão, e tratava a todos do batalhão de repórteres que o cercava, com respeito e humildade, sem alterar nunca a voz, mesmo diante eventual deselegância de alguns.

    Por muitas ocasiões, quando a coletiva terminava, permanecia à mesa batendo papo descontraído com alguns que permaneciam no grande salão.

    Nessas conversas, algumas vezes, quando lhe perguntavam sobre quem o sucederia na política, sempre mencionava o filho mais novo, Adriano, que se empenhava em criar uma associação nacional de diabéticos.

    Ao se referir aos demais filhos, manifestava dúvidas se algum deles, Beto ou José Richa Filho, o Pepe, se envolveriam na política. Achava que ambos não levavam jeito, como dizia.

    Talvez, o velho turco, por conhecer as personalidades dos filhos, tivesse receio de que pudessem facilmente sucumbir à sedução do poder do cargo, pouco afeitos a também empreenderem esforços para cuidar de assuntos que não fossem os seus, particulares, quanto mais os de paranaenses que um dia pudessem vir a representar.

    Mesmo quando o filho do meio, Beto, já deputado estadual tentou ser candidato ao governo do Paraná, o velho turco tinha lá suas suspeições, chegando a manifestar em vídeo gravado que o filho “ não está preparado para governar o estado”.

    Ele deveria saber do que estava falando!

    Faleceu antes de ser submetido à dolorosa decepção que teria se estivesse vivo agora e ver seu filho, duas vezes governador, ser igualmente preso por duas vezes por envolvimento em ilicitudes e atos de rufianismo do dinheiro público.

    E puxar atrás de si o outro irmão, o Pepe, que hoje se esconde da justiça para não ser intimado, ambos com graves denúncias que lhes pesam sobre os ombros.

    E, por vaidade fútil e caráter frágil, jogar o nome da família em tenebrosas transações, patrimônio que o velho governador tratou sempre com zelo.

    Por ironia, o único filho em quem José Richa apostava haver uma certa inclinação para o mundo político, nunca disputou uma eleição, permanece até hoje cuidando de seus interesses na área privada, e não lhe pesa qualquer acusação.

    Ao menos este consolo, restaria ao sempre lembrado como um dos mais democráticos governadores que o Paraná já teve.

    Não posso omitir que o velho amigo José Richa, com quem tive o prazer de participar das peladas com amigos no Canguiri, na Paraná Equipamentos e depois no Malutrom, tinha um hobby que as vezes, por alguns momentos, esquecia dos compromissos do Estado: jogar baralho.

  • 25jan

    GAZETA DO POVO

    * Artigo de Elton Eduardo Batalha

     

    O renascimento democrático da Venezuela

     

    O reconhecimento do governo interino de Guaidó por diversos países, entre os quais o Brasil, é fundamental para a tentativa de redemocratização da Venezuela


    Foto – Federico Parra/AFP

     

    Os acontecimentos da última quarta-feira (23 de janeiro) na Venezuela trazem à tona diversas questões acerca do conceito de democracia, diferença entre legalidade e legitimidade, novo momento político nas Américas e a participação do governo Jair Bolsonaro no evento.

    Há de se observar que o fenômeno político em vias de concretização naquele país evidencia a importância da ligação entre a vontade popular e a atuação das instituições para que um país seja, de fato, democrático.

    Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional e líder da oposição a Nicolás Maduro, atual chefe do Executivo venezuelano, autoproclamou-se presidente interino do país, fazendo juramento e prometendo realizar um governo de transição até que novas eleições sejam realizadas.

    É importante notar que o futuro pleito é fundamental para banhar de legitimidade democrática o novo comando demandado pela população, submetida há anos às restrições decorrentes da crise econômica e política experimentada pela Venezuela.

    Sendo líder atual do Legislativo, reconhece-se que Guaidó apresenta certo grau de representatividade popular a ponto de liderar o processo de transição.

     

     – O futuro pleito é fundamental para banhar de legitimidade democrática o novo comando demandado pela população

     

    As últimas eleições venezuelanas foram consideradas ilegítimas por diversos países e pela Organização dos Estados Americanos (OEA).

    A mencionada falta de reconhecimento internacional decorre de fatores como a perseguição à oposição (prisão de Leopoldo López, por exemplo) e denúncias de fraude.

    Tendo tomado posse no início de janeiro de 2019, o mandato de Maduro encerra-se em 2025. É a continuidade do governo populista iniciado por Hugo Chávez em 1999, eleito no ano anterior.

    O período mencionado, de cerca de 20 anos, materializa a crise do conceito de democracia no mundo contemporâneo.

    No poder, Chávez passou a subverter a noção democrática a partir da modificação substancial de instituições como o Legislativo e o Judiciário, órgãos que foram cooptados pelo poder Executivo e transformaram a separação de poderes preconizada por Montesquieu em mero simulacro no território venezuelano.

    Como asseverado por Levitsky e Ziblatt na obra How democracies die, “o retrocesso da democracia hoje começa nas urnas”.

    Os mesmos autores, aliás, em outra excelente passagem, afirmam que “os assassinos da democracia usam as próprias instituições da democracia – gradualmente, sutilmente e até mesmo legalmente – para matá-la” (p. 5 e 8, respectivamente, em tradução livre).

    As eleições, se corretamente realizadas, representam apenas o aspecto formal da democracia, cuja substância é preenchida pelo respeito aos direitos fundamentais dos cidadãos.

    A discussão sobre o último pleito presidencial e a profunda crise social suportada pelos venezuelanos demonstram que a democracia há muito não existe verdadeiramente naquele país.

    A legalidade, que significa o cumprimento das regras do sistema jurídico, não pode ser sobreposta à legitimidade, entendida como o efetivo vínculo entre os representados e os respectivos representantes, sob pena de crise estrutural no sistema político.

    Nesse sentido, importante observar a alegação presente na obra Ruptura, de Manuel Castells, para quem “a força e a estabilidade das instituições dependem de sua vigência na mente das pessoas” (p. 12).

    No pensamento dos venezuelanos, um outro mundo é possível e desejável.

    O reconhecimento do governo interino de Guaidó pelos Estados Unidos, pela OEA e por diversos outros países, entre os quais o Brasil, é de fundamental relevância para a tentativa de redemocratização da Venezuela.

    Para Bolsonaro, aliás, representa uma vitória importante da nova visão política esposada por seu governo, fortalecendo o papel do Brasil como líder regional e membro influente do Grupo de Lima.

    Há sensível simbolismo nesse evento político na Venezuela: é o marco definitivo de que novos ventos sopram sobre as Américas.

    * Elton Duarte Batalha é advogado e professor de Direito na Universidade Presbiteriana Mackenzie, e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo.

  • 18jan

    DIÁRIO DO PODER

     

    IPOJUCA PONTES

    A cultura especial de Osmar Terra (gigantismo burocrático e terror)

     

    Em 1990 assumi a Secretaria Nacional da Cultura criada à luz da reforma administrativa empreendida pelo governo Collor de Mello.

    Antes, reinava na área a figura movediça de José Aparecido, o Zé das Medalhas.

    Na própria semana de deixar o cargo, o mineiro empapuçara o então Ministério da Cultura – sinônimo de malversação do dinheiro público, permissividade e empreguismo – com a nomeação irregular de 250 novos funcionários.

    O chamado “trem da alegria”, que transbordara o espaço sujo ocupado por uma burocracia em expansão, carregava consigo filhos de ministros, políticos, diplomatas, ex-assessores, cunhados (“não são parentes”, dizia Brizola), afilhados etc. – a confirmar, assim, como de praxe, a tradição do patrimonialismo estatal já à época minado pela sanha vermelha.

    No resumo da ópera, só o Minc em Brasília mantinha 4.371 funcionários, sem contar os 1.050 alocados na Embrafilme e servidores do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, fundações e órgãos regionais.

    Na sua estrutura dilatada, o Solar de Aparecido encampava as repartições Pró-Memória, SPHAN, Funarte, Fundacem, Pró-Leitura, Casa Rui Barbosa, Cinemateca Brasileira, Palmares e penduricalhos

    Transformada o Minc em Secretaria Nacional da Cultura, na sábia reforma administrativa de Collor, todas as fundações do ex-Ministério foram englobadas em dois institutos: IBAC e IBPC.

    Por uma questão de autonomia, criou-se a Fundação Biblioteca Nacional e foram mantidas as fundações Palmares e Casa Rui Barbosa.

    De quebra, extinguiu-se a Embrafilme, um aparelho ideológico esquerdista perpassado pela corrupção, pelo empreguismo, pelo desperdício e pela mais baixa politicalha, conforme denunciei no esgotado “Cinema Cativo” (Editora EMW, 1987).

    Resultado: no final da reforma, a Secretaria Nacional da Cultura totalizava 2.796 funcionares e prestadores de serviços.

    Com a queda de Collor, um mandatário que subestimara a ação comunista do Foro de S. Paulo comandado por Fidel, Lula e Zé Dirceu, o que parecia um espaço institucional já saturado, transbordou em escala vertiginosa nos corruptos governos socialistas (ou, vá lá, social-democrata) de FHC, o vasilinoso, Lula da Selva, o Chacal, Dilma Rousseff, a Guerrilheira, e Michel Temer, o Conivente. T

    oda essa gente, seguindo a agenda gramsciana da “ocupação de espaços” objetivando a criação de um novo “senso comum transformador e revolucionário”, tendo como álibi a “inclusão social”, caiu de bocarra para sugar os cofres da nação combalida em permanente estado de catalepsia.

    Com a fina flor da malandragem política no poder, a Secretaria da Cultura voltou a ser ministério e tornou-se, tal como a Hidra de Lerna, um monstro de muitas cabeças a devorar orçamentos até então inimagináveis, parir leis fraudulentas e verticalizar o aparelhamento do Estado nos dois lados do balcão.

    (Nota: quando, por insistência de Gilberto Gil, estive em Brasília por ocasião dos 20 anos do Minc, em 2005, fiquei espantado: o milionário cantor baiano me mostrou dois andares do prédio ministerial em reformas e adiantou que a Pasta contava com 15 mil e tantos funcionários – ao tempo em que vibrava com o gigantismo estatal em ebulição, enquanto lá fora a miséria corria solta).

    Muito bem. Pelo que se presumia, com a derrota da comunalha e a ascensão de Jair Bolsonaro, conduzido à Presidência da República pelo voto popular (indignado contra a “hegemonia” vermelha), eis que aparece a figura do ministro da Cidadania Osmar Terra (MDB-RS) e apresenta um quadro estrutural da Secretaria Especial da Cultura do novo governo cuja composição denuncia a hipertrofia do Estado burocrático e que não altera em nada o gigantesco aparato dos corruptos governos esquerdistas anteriores.

    Tudo permanece como dantes no quartel de Abrantes. Vale a pena verificar:

    Secretaria Especial da Cultura,

    2) Secretaria da Diversidade Cultural,

    3) Secretaria do Audiovisual,

    4) Secretaria da Economia Criativa,

    5) Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura,

    6) Secretaria de Difusão e Infraestrutura Cultural,

    7) Secretaria de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual.

    As autarquias:

    8) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

    9) Agencia Nacional de Cinema – a encalacrada ANCINE,

    10) Instituto Brasileiro de Museus (o mesmo que deixou o Museu Nacional ser destruído pelo fogo)

    11) Autoridade de Governança do Legado Olimpico – Agio

    As fundações:

    12) Fundação Casa Rui Barbosa

    13) Fundação Cultural Palmares

    14) Fundação Nacional de Arte

    15) Fundação Biblioteca Nacional

    Os Departamentos:

    16) Departamento do Sistema Nacional de Cultura

    17) Departamento de Promoção da Diversidade Cultural

    18) Departamento de Empreendedorismo Cultural

    19) Departamento do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas

    20) Departamento do Fomento Indireto

    21) Departamento do Fomento Direto

    22) Departamento de Desenvolvimento, Análise, Gestão e Monitoramento

    22) Departamento de Política Regulatória

    23) Departamento de Registro, Acompanhamento e Fiscalização

    E os Órgãos Descentralizados e Escritórios Regionais

    24 – Órgãos Colegiados

    25) Conselho Nacional de Política Cultural

    26) Comissão Nacional de Incentivo à Cultura

    27) Comissão do Fundo Nacional da Cultural

    28) Conselho Superior de Cinema 29) Conselho Nacional de Economia Solidária.

    Para gerir toda essa parafernália diabólica, é permitido ao ministro da Cidadania nomear centenas de burocratas em endinheirados cargos em comissão do tipo DAS (Direção de Assessoramento Superior), FCPE (Função Comissionada do Poder Executivo) e FG (Função Gratificada), um coquetal de maná para políticos profissionais, partidos em busca do aparelhamento estatal e um horror para os trabalhadores brasileiros que carregam todo esse antro de iniquidades nas costas.

    Da forma como se estrutura a Cultura Oficial de Osmar Terra, é mais que provável que os 15 mil e tantos funcionários avaliados por Gilberto Gil ultrapassem, hoje, depois da gestão de Juca Ferreira, Marta Suplicy e similares, a casa dos 30 mil burocratas.

    E tudo isso pra quê?

    O ministro Terra disse, de forma inconsequente, que a Lei Rouanet, filha bastarda da Lei Sarney, “não pode acabar, ela é importante”.

    E adiantou que, de agora em diante, o teto de dinheiro dado pela lei fraudulenta será de R$ 10 milhões, o mesmo em dinheiro dado para produção de “Marighella” – cinebiografia do terrorista Carlos Marighella, mulato de olhos verdes plagiador ordinário do “Catecismo Revolucionário” do bandido russo Sergei Netchaiev – dirigido pelo batoré Wagner Moura, um quadro ativista da esquerda no cinema.

    (Nota curiosa é que o ministro, em contrapartida ao dinheiro dado pela Lei à subversão, exigirá a disponibilidade de 20% dos ingressos entre as famílias de baixa renda. Ou seja, tudo aquilo que os comunistas almejam: um hipotético público carente, que não assiste cinema nacional nem que a vaca tussa e o boi espirre, para “lavar a cabeça” da massa).

    Talvez Osmar Terra seja um inocente útil, mas não tão inocente assim para deixar de saber que a Cultura Oficial brasileira, tal como UNE, MST, CUT, PT e o Foro de S. Paulo, todos ativistas da subversão, é a principal inimiga da sociedade aberta (Karl Popper), do livre mercado, da democracia – e, claro, do governo Bolsonaro.

    O Presidente da República e o ministro da Economia, Paulo Guedes, precisam tomar providências imediatas!

    P S – Os Estados Unidos, país mais rico do mundo, não tem Ministério da Cultura.

    E jamais permitiu que se produzisse 150 filmes torrando o dinheiro do contribuinte indefeso.

  • 17jan

    CONEXÃO POLÍTICA / ARTIGO DE ISAÍAS AGUIAR

     

    O que vai ser da esquerda agora?

     

    Imagem: Iano Andrade | AFP

    A direita nunca precisou de dinheiro alheio para se sustentar, pois é composta de pessoas que na adolescência, estudaram quando estudantes, trabalharam quando jovens, pouparam quando adultos, e portanto se sustentar não é um grande problema.

    A direita progride, enquanto a esquerda protesta nas Ongs e nos cafés filosóficos. 

    Diferentemente da esquerda que, sempre precisou de dinheiro, de muito dinheiro para se sustentar.

    Usando os menos esclarecidos como ferramenta, a esquerda atrapalha quem quer produzir e promete o paraíso para os mais pobres.

    Sendo assim, precisa de dinheiro de terceiros  para sobreviver .

    Karl Marx é o seu maior exemplo. Um homem que sempre viveu à custa da esposa, de amigos, heranças e do companheiro Friedrich Engels.

    Não conheço um esquerdista que não viva às custas do Estado.

    Até mesmo os empresários — simpáticos ao PT e PSDB — vivem às custas do BNDES

    Nos tempos áureos a esquerda tomou para si até países inteiros.

    Países como China, União Soviética e Cuba, por exemplo, onde se locupletou anos a fio com Dachas e Caviar.

    Essa esquerda gananciosa foi lentamente sugando a totalidade do Capital Inicial usurpado da sua direita, até virar pó.

    Foi essa a verdadeira razão da queda do muro de Berlim. A esquerda faliu os Governos que eles apoderaram.

    No Brasil, a esquerda também aparelhou e tomou Estados e Municípios, e também conseguiu quebrá-los.

    Socialistas Fabianos como FHC, ainda vive às custas do Estado com duas ou mais aposentadorias totalmente imorais.

    Só que a festa acabou. Sem dinheiro, a esquerda brasileira começou a roubar, roubar e roubar com uma volúpia jamais vista numa democracia.

    Mas graças ao juiz Sérgio Moro, até esse canal se fechou para a esquerda brasileira.

    Sem a Petrobras, as Estatais, o BNDES, o Ministério da Previdência e o Ministério da Educação, a esquerda brasileira não tem mais quem a sustente.

    Agora, que a esquerda está jogada para escanteio no Brasil, ficamos na esperança que Bolsonaro, que representa a direita, faça um governo exemplar para que a população passe a enxergar o quão grande é nosso país e perceba o potencial que temos.

    Assim, que o nosso povo nunca mais tenha saudade dos governos de esquerda que por aqui passaram.

    Como esquerdistas vão se sustentar daqui para a frente?

    Como artistas plásticos, Estudos de Gênero da FFLCH e apadrinhados políticos vão se sustentar sem ter produzir bens e produtos que a população queira comprar?

    Trágico fim para todos que se orgulhavam de pertencer a esquerda brasileira. A verdade é essa, aceitando ou não.

    O socialista acha que o Estado tem obrigação de prover suas necessidades.

    Socialista nada mais é que, um parasita estatal.

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