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  • 06nov

    UOL

     

    Oito alimentos que você guarda na geladeira, mas não deveria

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    Colocar comidas na geladeira é sinônimo de que elas vão demorar mais tempo para estragar, certo? Nem sempre. 

    De cebola a café, alguns ingredientes ficam melhores fora da geladeira do que dentro dela. Veja quais são: 

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    Tomate

    Os tomates perdem parte de seu sabor e textura quando ficam na geladeira. Se você for usá-los para cozinhar, não irá notar diferença, mas, para comê-los crus, o sabor será diferente e alguns podem até estar moles. O ideal é guardá-los em uma cesta em um local seco e fora da luz do sol.
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    Batatas

    Manter batatas na geladeira faz com que elas percam o sabor, a textura e pode até afetar o cozimento delas. É melhor guardá-las em um saco de papel ou caixa de papelão, sem lavá-las, e longe das cebolas. Os dois ingredientes tendem a amadurecer mais rápido se armazenados juntos.
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    Cebolas

    E por falar em cebolas, elas também não devem ser guardadas na geladeira,pois podem ficar moles e até com bolor, mesmo se estiverem dentro de um saquinho. Guarde-as em uma cesta em um local arejado, fora de sacos e longe das batatas. A única exceção é se você já tiver descascado a cebola. Neste caso você deve guardar na geladeira, em um pote fechado.
    Thinkstock
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    Alho

    Se você deixar uma cabeça de alho na geladeira por muito tempo, pequenos brotinhos podem nascer nele. Além disso, se você guardá-lo na gaveta de vegetais, outros alimentos podem ficar com gosto de alho. O ideal é deixá-lo em uma cesta arejada e seca, junto com as cebolas, por exemplo.
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    Pão

    Pães na geladeira ficam secos e duros. Além de estarem gelados na hora de comer. Opte por deixá-los em um armário ou dentro do forno, quando desligado. Se você quiser, também pode congelar, mas sempre em um saco plástico para que ele não perca sua água. Lembre-se de deixar que ele descongele naturalmente antes de comer.
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    Ervas

    A não ser que você queira guardar suas ervas em um saco plástico a vácuo, a melhor opção é deixá-las longe da geladeira. Elas absorvem o cheiro de outros alimentos com facilidade, perdem o sabor e ficam secas. O ideal é guardá-las como flores: em um copo com água. Se quiser que elas durem mais tempo, você também pode branqueá-las e congelar em seguida.
    Eduardo Knapp/Folhapress
    Eduardo Knapp/Folhapress

    Bananas

    Se você acha que colocar bananas na geladeira vai fazer com que elas amadureçam mais devagar, está certo. O problema é que mesmo assim elas ficam pretas e podem ficar moles e com um sabor diferente. É melhor comprar uma quantidade que você sabe que vai comer antes que estrague e deixá-las na fruteira.
    Noor Khamis/Reuters
    Noor Khamis/Reuters

    Café

    Muitas pessoas guardam café na geladeira para conservá-lo por mais tempo, mas, na verdade, você pode estar estragando o pó ou os grãos. O café é como uma esponja que absorve todos os cheiros da geladeira e isso influencia no seu sabor. É melhor guardá-lo em um local fresco e escuro.
  • 28out

    VEJA.COM/SAÚDE

    Pesquisa descobriu que pessoas que consomem mais flavonoides, compostos presentes no cacau, apresentam melhora na memória visual

    Chocolate: alto consumo pode reduzir índice de problemas cardiovasculares e de derrame

    Chocolate: alto consumo pode reduzir índice de problemas cardiovasculares e de derrame (Thinkstock/VEJA)

    Um novo estudo americano atestou mais um benefício do chocolate para a saúde: após aplicar testes cognitivos e analisar a função cerebral de dezenas de voluntários, cientistas concluíram que o consumo de cacau está ligado à melhora da memória.

    De acordo com o estudo, feito na Universidade Columbia, Estados Unidos, os flavonoides, compostos presentes no cacau, que é o principal componente do chocolate, podem reverter danos à memória visual que ocorrem naturalmente com o envelhecimento.

    Essa função está ligada à capacidade de formar novas memórias, que é frequentemente prejudicada em idosos.

    A nova pesquisa incluiu um número pequeno de participantes — ao todo, foram 37 adultos saudáveis —, mas chamou a atenção por ter feito análises mais aprofundadas do que pesquisas anteriores sobre o assunto.

    Os resultados foram publicados na conceituada revista científica Nature Neuroscience.

    Análise — Os participantes do estudo tinham entre 50 e 69 anos. Parte deles passou a consumir uma bebida que continha 900 miligramas de flavonoides derivados do cacau todos os dias por três meses.

    O restante ingeriu apenas 10 miligramas diárias do composto – para efeito de comparação, uma barra de chocolate pequena contém cerca de 40 miligramas da substância. 

    Todos os voluntários foram submetidos a testes de memória e a um exame de ressonância magnética no cérebro no início do estudo e ao final dos três meses.

    Os pesquisadores observaram que os participantes que consumiram a maior quantidade de flavonoides tiveram uma significativa melhora na memória visual nesse período.

    Segundo o estudo, aqueles que tinham 60 anos tiveram resultados semelhantes aos de uma pessoa de 30 anos, por exemplo.

    Além disso, os exames de ressonância magnética revelaram que as pessoas que consumiram mais flavonoides apresentaram uma maior atividade em uma estrutura específica do cérebro associada à memória.

    Estudos anteriores já haviam relacionado o declínio na atividade dessa região a problemas cognitivos típicos do envelhecimento.

    “Acredito que o nosso estudo fornece provas de que a alimentação é potencialmente capaz de reverter o processo de envelhecimento”, diz o coordenador da pesquisa, Scott Small, professor de neurologia do Instituto para Pesquisa sobre Doença de Alzheimer e Envelhecimento Cerebral de Columbia.

    Impacto — Ainda não está claro, porém, de que forma os flavonoides agem no organismo.

    Estudos anteriores já associaram o composto a benefícios à saúde cardiovascular, pois ele tem efeitos anti-inflamatórios e parece prevenir o endurecimento dos vasos sanguíneos.

  • 06ago

    ESTADÃO

    Leite

    Leite adulterado: depois do formol, fiscalização encontra álcool em leite (Thinkstock)

    Uma ação de inspeção do Ministério da Agricultura detectou a presença de álcool etílico no leite de duas cooperativas gaúchas: a Santa Clara e Petrópolis.

    A fiscalização foi feita no dia 24 de junho na Santa Clara e de 15 a 20 de julho na Petrópolis. O álcool é usado na tentativa de ocultar a adição de água, que dá maior volume ao leite.

    Segundo o Ministério, as quantidades encontradas não representam riscos para a saúde dos consumidores.

    As duas cooperativas negam que tenha ocorrido qualquer irregularidade nas fases de recepção, processamento e distribuição do leite e sustentam que isso está comprovado por testes de controle de qualidade que fazem.

    Mesmo assim, a Petrópolis acatou determinação do Ministério da Agricultura e recolheu os lotes de leite UHT integral L02/2 e L2-3 embalados em 26 de junho, com prazo de validade até 26 de outubro, e de requeijão light L2 fabricado em 30 de junho com validade até 30 de setembro.

    Além de retirar os lotes do varejo, a cooperativa orientou consumidores que tenham unidades dos produtos em casa a telefonar para seu serviço de atendimento, anunciado que enviará funcionários ao endereço informado para efetuar a troca por leite e requeijão de outros lotes.

    No caso do leite pasteurizado da Santa Clara, ainda não está informado se o volume colocado sob suspeita pelo Ministério da Agricultura foi descartado ou enviado ao mercado.

    Neste caso, não haveria como fazer recall porque o produto dura poucos dias e já teria sido consumido.

    A cooperativa reiterou, por nota, que submete toda a matéria-prima que recebe a análises, tanto nos postos de captação quanto na indústria.

    Como não tem registros de presença de álcool etílico no leite, anunciou que pedirá esclarecimentos ao Ministério da Agricultura.

    No final da tarde desta terça-feira, o Ministério Público do Rio Grande do Sul convocou as cooperativas a prestarem esclarecimentos na sexta-feira sobre a contaminação de lotes de leite por álcool etílico.

    O objetivo do MP é investigar se a adulteração foi feita por entregadores ou nas unidades das próprias cooperativas, e se foi acidental ou proposital.

    Caso tenha sido intencional, o MP afirmou que vai investigar toda a cadeia, do produtor à entrega para o varejo.

    Operação — O Ministério Público gaúcho desencadeou em maio a Operação Leite Compesado, com o cumprimento de nove mandados de prisão e treze de busca e apreensão nas cidades de Ibirubá, Guaporé e Horizontina, após apurar a contaminação do leite fabricado por cooperativas gaúchas.

     A ação constatou que uma das formas de fraude identificadas é a da adição de uma substância semelhante à ureia, e que tem formol em sua composição, na proporção de 1 kg deste produto para 90 litros de água e mil litros de leite. 

    A adulteração consiste no crime hediondo de corrupção de produtos alimentícios, previsto no artigo 272 do Código Penal.

    A simples adição de água, com o objetivo de aumentar o volume, acarreta perda nutricional, que é compensada pela adição da ureia – produto que contém formol em sua composição – e é considerado cancerígeno pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer e pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

  • 08mar

    VEJA.COM/SAÚDE
    Chocolate amargo: Estudo desvenda ação do alimento no organismo e explica como ele beneficia o coração

    Chocolate amargo: Estudo desvenda ação do alimento no organismo e explica como ele beneficia o coração (Thinkstock)

    Muitas pesquisas já atribuíram ao chocolate efeitos positivos para a saúde – entre eles, a capacidade de melhorar a memória e o raciocínio de idosos, de ajudar a emagrecer e de proteger o coração.

    A maior parte desses benefícios foi associada aos flavonoides, compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias encontrados no cacau.

    Agora, um novo estudo ajuda a explicar de que forma o chocolate, especialmente o amargo, atua no organismo, provocando melhoras principalmente no sistema cardiovascular.

    Segundo os autores, o alimento ajuda a restaurar a flexibilidade das artérias, prevenindo o endurecimento dos vasos, e também evita que os glóbulos brancos saiam da corrente sanguínea e se prendam à parede das artérias.

    Tanto o endurecimento dos vasos quanto o acúmulo dessas células nas paredes das artérias são fatores de risco conhecidos para aterosclerose, doença que consiste no entupimento dos vasos e na redução do fluxo sanguíneo.

    A nova pesquisa, feita na Universidade de Wageningen, na Holanda, também descobriu que esse benefício do chocolate não necessariamente se deve aos flavonoides.

    Isso porque, em testes, o efeito sobre as artérias foi o mesmo independentemente da quantidade do composto presente no chocolate.

    Comparação — Participaram do estudo 44 homens com sobrepeso. Durante quatro semanas, eles ingeriram 70 gramas ao dia de chocolate amargo (cerca de quatro quadradinhos) com alto teor de flavonoides.

    Depois, eles passaram mais quatro semanas consumindo a mesma quantidade de chocolate comum (com menos flavonoides).

    Os dois chocolates, porém, tinham a mesma quantidade de cacau. Os pesquisadores mediram uma série de fatores relacionados à saúde vascular dos voluntários antes e depois de cada período de consumo do alimento.

    “Nós fornecemos um quadro mais completo sobre o impacto do consumo do chocolate na saúde vascular, mostrando que o aumento da concentração de flavonoides não aumenta os benefícios nesse sentido”, diz Diederik Esser, coordenador do estudo.

    A pesquisa será publicada na edição de março do periódico Faseb Journal.

  • 30jan

    FOLHA.COM

    CARNE BRASILEIRAO Brasil enviou uma missão ao Irã, um dos principais compradores de carne brasileira, para tranquilizar autoridades e empresários locais acerca da recente descoberta do agente causador do mal da vaca louca em um animal morto em 2010 no Paraná.

    Fontes dos dois países afirmaram que a visita, encerrada anteontem, dissipou as maiores preocupações de Teerã, que ameaçava barrar a carne brasileira.

    Durante três dias, a comitiva expôs as regras sanitárias brasileiras às altas autoridades do Ministério da Jihad Agrícola do Irã.

    A delegação também insistiu em lembrar a decisão da OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) de manter a classificação do Brasil como de risco insignificante para a doença.

    “A intenção era reforçar pessoalmente as garantias internacionais de ratificação”, disse àFolha Antonio Camardelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, integrante da comitiva.

    A delegação teve também dois representantes do Ministério da Agricultura: o diretor de Saúde Animal, Guilherme Marques, e de Negociações Sanitárias e Fitossanitárias, Lino Colsera.

    Um importador iraniano que não quis ter o nome revelado disse que a visita foi crucial para dar seguimento às compras.

    “Há muita demanda. Eu importo carne brasileira e revendo tanto para supermercados e restaurantes quanto para órgãos de governo, Exército e universidades.”

    Apesar do compromisso em dar seguimento às importações do Brasil, o Irã manteve o veto à carne do Paraná.

    Especula-se que as compras paranaenses serão retomadas depois da próxima reunião da OIE, em fevereiro, na qual deve ser reiterada a atual classificação brasileira.

    Entretanto, os dois lados admitem que o acirramento das sanções financeiras impostas pelas potências ocidentais ao Irã em represália ao seu programa nuclear dificulta uma retomada do volume aos níveis recordes registrados até 2011.

    Naquele ano, o Brasil exportou 130 mil toneladas ao Irã, segundo a Abiec. Em 2012, só 68 mil toneladas.

    A queda sucedeu punições adotadas no primeiro semestre de 2012, que baniram o Irã do sistema financeiro mundial e aumentaram a pressão ocidental contra empresas ligadas ao mercado iraniano.

    Também há relatos de que o Irã teria ordenado aos importadores diminuir as compras do Brasil em represália ao esfriamento na relação bilateral sob o governo de Dilma Rousseff.

    Empresários dos dois países negaram interferência política.

    A exportação de carne ao Irã responde por 15% da corrente comercial bilateral (US$ 2,18 bilhões em 2012), dominada com folga pelas exportações brasileiras.

    Em outubro do ano passado, o superavit com o Irã respondeu por 22% do superavit total do Brasil.

    QUEM EMBARGOU A CARNE DO BRASIL

    África do Sul – Suspendeu as importações de todo o Brasil

    Arábia Saudita – Um dos principais destinos da carne do país, proibiu todas as importações

    Belarus – Suspendeu importações de todo o Brasil

    Chile – Proibiu apenas a farinha de carne e de osso

    China – Suspendeu as importações de todo o país

    Coreia do Sul – Proibiu todas as importações da carne brasileira

    Japão – Suspendeu importações de todo o Brasil

    Jordânia – Suspendeu compras apenas das carnes provenientes do Estado do Paraná

    Líbano – Proibiu importações apenas das carnes provenientes do Estado do Paraná

    Peru – Suspendeu importações de todo o Brasil por 90 dias

    Qatar – Suspendeu importações de todo o país

    Taiwan – Proibiu compras de carnes de todo o país

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