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  • 21jul

    ratinhojunior.com.br

     

    familia

    Carlos Massa Ratinho Júnior, 37 anos, nasceu em Jandaia do Sul (PR), em 19 de abril de 1981.

    Graduado no Curso Superior de Tecnologia em Marketing pela Faculdade de Tecnologia Internacional (Fatec Paraná), tem Pós-Graduação em Direito de Estado pela PUC de Brasília e curso de aperfeiçoamento em Administração Tributária e Reforma Fiscal pela Universidad Complutense Madrid (UCM).

    Casado com Luciana Saito Massa há 15 anos, tem três filhos: Alana (12 anos), Yasmim (nove anos) e Carlos Roberto Massa Neto (cinco anos).

    Aos 21 anos foi eleito deputado estadual com a maior votação da história da Assembleia Legislativa do Paraná (189 mil votos) e em 2006 obteve a segunda maior votação para a Câmara Federal, com 205 mil votos em 370 dos 399 municípios do Paraná.

    Foi reeleito deputado federal em 2010 com quase 360 mil votos, conquistando a maior votação da história do Paraná em uma disputada por uma vaga na Câmara Federal.

    Em 2011, foi eleito líder de bancada, o mais jovem líder de banda partidária. Foi titular da Comissão Permanente de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTI).

    Foi relator da MP 541/2011 que criou o Fundo de Financiamento à Exportação (FFEX) para atender micros, pequenas e médias empresas exportadoras.

    Incluiu as fabricantes de equipamentos e insumos de reabilitação e acessibilidade entre as empresas beneficiadas com empréstimos a juros subsidiados pela união.

    Disputou a eleição para prefeito de Curitiba em 2012, saindo de 332.408 votos no primeiro turno (34% dos votos válidos) para 387.483 votos no segundo turno (39,5% dos votos válidos).

    Em 2014 foi novamente eleito o deputado estadual mais votado do Paraná, com mais de 300 mil votos em 395 municípios, ampliando a bancada do seu partido, o PSD, de dois para doze.

    Foi Secretário Estadual de Desenvolvimento Urbano (SEDU) e presidente do Paranacidade.

    Durante sua gestão, a SEDU entregou o maior acervo de obras da história da secretaria.

    Entre março de 2013 a agosto de 2017 foram 3,2 mil obras urbanas realizadas pela SEDU com investimentos de R$ 1,7 bilhão.

    Além da carreira política, Ratinho Júnior consolidou experiência administrativa na iniciativa privada, à frente da gestão das empresas do grupo da família, o Grupo Massa formato por 22 empresas que atuam em diversos setores e reúnem cerca de 800 colaboradores.

  • 28set

    VEJA.COM

     

    Quando ministra, Dilma atacou plano de redução da dívida pública

     

    Ao chefiar a Casa Civil, presidente trabalhou contra plano de ajuste fiscal de longo prazo que previa que o gasto público não poderia crescer mais que o PIB

     

     

    Em agosto de 2009, a ainda ministra Dilma Rousseff participa de evento em Brasília
    Na época em que era ministra do governo Lula, Dilma foi contra ajuste fiscal de longo prazo(Ed Ferreira/Estadão Conteúdo)

     

    Imersa numa crise política e econômica que não se vê desde o início dos anos 1990, a presidente Dilma Rousseff colhe os frutos que ela mesma semeou.

    E não apenas em seu primeiro mandato, mas antes, como ministra do governo Lula.

    Quando titular da Casa Civil, Dilma capitaneava a ala do Executivo fanática do Estado grande, que não apoiava o ministro da Fazenda Antonio Palocci em sua política de manutenção dos pilares macroeconômicos construídos a duras penas nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.

    Fato emblemático ocorreu em novembro de 2005, quando Dilma bombardeou um plano de ajuste fiscal de longo prazo apresentado pelo Ministério do Planejamento, que tinha como premissa que o gasto público não poderia crescer mais que o Produto Interno Bruto (PIB) nos dez anos seguintes.

    O objetivo era atacar e reverter a trajetória de alta da dívida pública. À época, Paulo Bernardo era o titular do Planejamento, mas o plano havia sido elaborado em parceria com a equipe de Palocci.

    Dilma não poupou disparos.

    “O que foi apresentado foi bastante rudimentar. Nós não consideramos que essa discussão teve início e transitou no governo. O fato de eu e mais três ministros tomarmos conhecimento não significa que exista discussão. Eu acho que nem existe a colocação de um conceito de ajuste fiscal no Brasil. Não se pode fazer uma projeção para dez anos pensando em planilha”.

    “Fazer um exercício dentro do meu gabinete e achar que ele será compatível com o nosso país não é consistente. Quando você fala em dez anos, você tem que ‘combinar com os russos’, que são as 180 milhões de pessoas que vivem no Brasil. Por isso eu digo que esse não é um exercício macroeconômico”, disse a então ministra.

    O plano de ajuste de longo prazo foi pelo ralo, assim como Palocci, que havia perdido sustentação política depois de denúncias de corrupção de sua gestão na prefeitura de Ribeirão Preto, que mais tarde levaram à sua queda – e ao início da era Mantega.

    Se o plano que Dilma ajudou a sepultar tivesse sido implementado, a trajetória da dívida possivelmente não seria tão preocupante, beirando o nível de 70% do PIB.

    Não que a regra de limitação de gastos tivesse o potencial de inibir todos os passos em falso da presidente, mas certamente cercearia sua liberdade de impor fardos que o Estado brasileiro não está apto a suportar.

    Em tempos de vacas gordas, como em 2005, havia grande preocupação da equipe econômica (composta por economistas como o próprio ministro Joaquim Levy, Marcos Lisboa, Murilo Portugal e Bernard Appy) com a trajetória da dívida.

    Desde 2004 havia um diagnóstico, segundo um ex-secretário daquela gestão ouvido pelo site de VEJA, de que seria preciso impor um limite aos gastos para que, devido ao avanço do déficit da Previdência, o país conseguisse continuar cumprindo a meta de superávit primário na década seguinte.

    Contudo, a ala petista composta por Dilma, José Graziano (hoje chefe da FAO), Humberto Costa, Ricardo Berzoini e Miguel Rossetto se opunha frontalmente à limitação das despesas.

    “Nos primeiros anos de governo Lula, Dilma não opinava em quase nada na área econômica porque estava ocupada demais tentando resolver a equação do setor elétrico, tarefa que só foi possível com a ajuda de Levy, que era secretário do Tesouro. Mas, ao ingressar na Casa Civil, tudo mudou. Como se tratava de um trabalho interministerial, tudo passava por ela. E muitas vezes ela respondia em nome do presidente Lula sem sequer consultá-lo”, lembra o ex-secretário.

    Assim como Dilma, Rossetto e Berzoini, outros membros do governo atual, como Aloizio Mercadante, chefe da Casa Civil, eram críticos ferozes da política econômica da turma de Palocci – uma turma que contava com técnicos herdados do governo FHC.

    Outra fonte da equipe econômica de Palocci relembra o clima de pé de guerra. “Nunca houve paz. Havia crítica sem qualquer censura por parte de ministros, que ora usavam os jornais para dar recados, ora falavam cara a cara mesmo”, conta.

    O ex-secretário descreve o bombardeio da ala petista mais radical ao relatório Política Econômica e Reformas Estruturais, feito por técnicos do Ministério da Fazenda em 2003, no primeiro ano do governo Lula, e que ampliava o espectro das reformas feitas na gestão anterior.

    O documento trazia o primeiro esboço do que viria a ser o Bolsa Família: a unificação de programas já existentes na gestão FHC e o estabelecimento de uma faixa populacional que deveria ser atendida pelo auxílio.

    Rapidamente entrou em campo o triunvirato composto por Graziano, Rossetto e Berzoini para se contrapor à proposta.

    “É engraçado que hoje eles abraçam o Bolsa Família como uma conquista do PT. Mas foram contra o programa alegando que era coisa de ‘tucano’, ideia do Banco Mundial, política social de direita”, afirma o ex-secretário.

    Para Graziano, que então comandava a extinta pasta da Segurança Alimentar, o auxílio deveria, sim, ser pago aos mais carentes.

    Porém, sem a contrapartida de levar filhos à escola.

    A economista Maria da Conceição Tavares, um dos quadros mais antigos e radicais do PT, chegou a chamar os autores do relatório de “débeis mentais”, “analfabetos” e “neoliberais infiltrados”, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, em 2003.

    Se o embrião da crise atual teve, de fato, origem nas vezes em que Dilma ministra e petistas históricos jogaram contra as medidas criadas para reequilibrar a parte fiscal, a responsabilidade pelo que está aí recai sobre toda uma geração de políticos que, ora ocupando cargos ministeriais, ora assessorando poderosos, não cumpriu seu papel de zelar pelo dinheiro público.

    A reforma ministerial se aproxima e Dilma terá, aos 48 minutos do segundo tempo, uma chance, ainda que remota, de buscar redenção e neutralizar culpados.

    Mas os erros que levaram ao desastre estão registrados na história.

  • 26set

    DIÁRIO DO PODER

     

    GOVERNO ARRUMA BOQUINHAS PARA IDELI SALVATTI E O MARIDO, NOS EUA
    IDELI E O MARIDO GANHARAM DO GOVERNO CARGOS NA OEA, NOS EUA

     

     

    A EX-MINISTRA IDELI SALVATTI E O MARIDO JEFERSON, QUE É MILITAR MÚSICO DO EXÉRCITO.

     

    Após a ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais Ideli Salvatti ser nomeada assessora de Acesso a Direitos e Equidade da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington, o governo indicou o marido da petista para o cargo de ajudante da Subsecretaria de Serviços Administrativos e de Conferências na Junta Interamericana de Defesa, também na capital americana.

    As nomeações geraram desconforto na própria OEA, no Itamaraty e entre militares.

    O segundo-tenente músico do Exército, Jeferson da Silva Figueiredo, casado com a petista, assume as novas funções no dia 1º de outubro.

    Ele vai exercer o cargo por dois anos e terá remuneração de U$ 7,4 mil, correspondente a mais de R$ 30 mil mensais.

    Figueiredo também recebeu ajuda de custo para sua ida para os Estados Unidos de cerca de US$ 10 mil, mais de R$ 40 mil. 

    A nomeação foi feita antes de o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ter anunciado o novo corte no Orçamento e severas restrições de gastos públicos para enfrentar a crise econômica.

    A portaria de transferência do marido de Ideli foi assinada no dia 5 de agosto pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner, a pedido da ex-ministra.

    Ideli inicialmente procurou o Exército para pedir a designação de Figueiredo.

    Mas foi avisada de que essas nomeações passam por um processo de seleção, onde vários fatores são analisados e que a Força não dispunha dessa vaga.

    Ideli, então, recorreu a Wagner que atendeu seu pedido, e assinou a portaria avocando o parágrafo único do artigo 1º do decreto 2.790 de 1998, que dizia que “ao ministro do Estado Maior das Forças Armadas é delegada competência” para baixar atos relativos aos militares que servem naquele órgão (OEA) e que, nas Forças, a prerrogativa é dos comandantes. 

    Um mês depois, esse decreto foi revogado e os comandantes perderam essa prerrogativa, sem serem avisados.

    Diante da repercussão negativa entre os militares, o governo foi obrigado a recuar.

    Requisitos

    Com a nomeação de Figueiredo, o Brasil passará a contar com 19 militares na Junta Interamericana de Defesa: 11 oficiais e oito praças. Conforme o Ministério da Defesa, trabalham na entidade 57 militares e civis de 23 dos 27 Estados-membros.

    A Junta tem a função de prestar à OEA “serviços de assessoramento técnico, consultivo e educativo sobre temas relacionados com assuntos militares e de Defesa”.

    Figueiredo, de acordo com a pasta, exercerá atribuições em funções administrativas.

    A “missão é do tipo transitória e de natureza militar”, conforme portaria de designação. A jornada de trabalho é de 32 horas semanais.

    O ministério afirma que Figueiredo “preenche os requisitos necessários para ocupar o cargo”.

    No início do ano passado, o marido da ex-ministra já tinha sido alvo de uma polêmica.

    Ele foi designado para sua primeira missão internacional pelo então ministro da Defesa Celso Amorim para que fosse à Rússia, por duas semanas, integrando uma comissão de dez pessoas que foi avaliar o sistema antiaéreo Pantsir-S, que o Exército brasileiro estava interessado em comprar.

    Sua habilitação e formação para a função foram questionadas para a missão, mas o marido de Ideli explicou que fora escolhido porque fala russo.

    Apesar de trabalhar em Washington, Ideli não deverá seguir para Nova York para se encontrar com a presidente Dilma, que chegou nesta sexta-feira, 25, aos EUA. 

  • 31jul

    Dayane Hirt – Assessoria

    GLEISIA senadora Gleisi Hoffmann participa na manhã desta sábado (01/08) da entrega de 127 unidades do Residencial Pinheiros.

    O empreendimento, destinado a famílias com renda de até R$ 1,6 mil (Faixa I),  recebeu investimento total de R$ 6,6 milhões.

    O evento contará com a presença da senadora Gleisi Hoffmann, do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, do superintendente regional da CAIXA, Fábio Carnelós, e demais autoridades locais.

    Localizado no bairro Santa Cândida, o empreendimento é composto por 127 casas térreas geminadas, com área privativa de 42,71m², divididos em 2 quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes.

    As unidades estão avaliadas em R$ 52 mil, sendo que quatro delas têm área privativa de 51,37m2, destinadas a pessoas com deficiência.

    Além disso, atendendo às exigências de qualidade do PMCMV, o residencial é equipado com infraestrutura completa, pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem, energia elétrica e disponibilidade de acesso ao transporte público.

    Números do Minha Casa Minha Vida:

    No Brasil, o programa já beneficiou mais de 9,2 milhões de pessoas, com a entrega de 2,3 milhões de moradias em todo o país.

    Já no estado do Paraná, foram entregues 206.226 unidades, beneficiando 824 mil pessoas.

    Em Curitiba, o PMCMV beneficiou mais de 72 mil pessoas com a entrega de 18.137 unidades habitacionais.

    Serviço:

    Entrega de 127 moradias do empreendimento Pinheiros (PMCMV)

    Data: 1º de agosto de 2015 (sábado)

    Hora: 9h

    Local: Rua Estevão Manika, 15 – Bairro Santa Cândida – Curitiba (PR)

    Assessoria com informações da Caixa Econômica Federal.

  • 30jul

    G1 -PR 

    Conta de água vai ficar 8% mais cara a partir de setembro no Paraná

     

    Aumento passa a valer nas contas emitidas a partir de 1º de setembro.
    Último reajuste da tarifa foi de 12,5%, em fevereiro deste ano.

     

    Bairros de Toledo devem ficar sem água durante a tarde (Foto: Franciele John/ G1)
    Conta de água ficará mais cara no estado (Foto: Franciele John/ G1)

     

    O governador Beto Richa (PSDB) autorizou o reajuste das tarifas de água e esgoto pela Companhia de Saneamento do Paraná(Sanepar) em 8%, conforme decreto publicado no Diário Oficial nesta quarta-feira (29).

    O aumento passa a valer nas contas emitidas a partir do dia 1º de setembro.

    O pedido já tinha sido aprovado pelo Instituto das Águas do Paraná, órgão regulador do setor de saneamento no Paraná, em junho deste ano.

    A tarifa de água e esgoto ficou congelada entre os anos de 2005 e 2010 e voltou a subir no início da gestão de Beto Richa (PSDB) por quatro vezes.

    O último reajuste foi de 12,5% em fevereiro deste ano, sendo cobrados 6,5% em março e 6% junho.

    De acordo com a Sanepar, o pedido de revisão da tarifa foi motivado pelos recentes aumentos de energia elétrica autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    “A previsão para 2015 é de que a Sanepar vai precisar de R$ 387 milhões para custear a energia, o que equivale a R$181 milhões a mais do que em 2014 (88% mais)”, justificou a Companhia.

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