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  • 30ago

     

    Cá eu aqui, de novo. Madrugada tranquila, silenciosa, um convite ao sono, mas este, teimosamente não aparece. Parece que foge de mim.

    E olha que eu sou de uma família, pelo menos por parte de pai, de dorminhocos ( querido Lucas, aí em cima, deve estar dando gargalhadas).

    Aliás, sempre tive dúvidas: o sono é dos justos ou para os justos. Mas, pouco importa. A situação é que o sono está escapulindo de mim. Não sempre, é claro. Pois, ninguém é de ferro.

    Por enquanto, fico com a explicação do meu filhote querido que, simples e direto, afirma que eu troquei o dia pela noite. Que seja. Afinal, ele é meu guru. E guru falou, está falado.

    Nesta semana, dia 27, terça-feira, foi o dia de Santa Mônica, Não esqueci, Dona Mônica, minha querida mãezinha.

    Pelo contrário, neste ano, lembrei muito de você neste dia de sua Patrona.

    Tenho a impressão que você está aqui agora do meu lado. Sinto seu calor, sua presença. Melhor isso que nada. 

    Hoje fiquei com uma frase sua na cabeça o tempo todo. Disse você, querida vó Mônica, certa vez:

    “Que diferença fará, daqui a 100 anos, se hoje estamos vivendo numa favela ou num castelo”?

    Sem discutir autoria, o que vale é a sapiência desta curta frase. 

    E observar por aí, às vezes, até no seio de nossa família, no rol de nossos amigos, alguns que cultivam a avareza, a cupidez e a materialidade como se fosse algo sagrado.

    Conheço muitos e tenho piedade deles. E é tudo tão simples.

    Explicação resumida numa frase, seja lá de quem é: “Com nada viemos e com nada iremos”.  Mas, cada um, cada um.

    A morte iguala a todos nós. Queiramos ou não. Sempre tive medo da morte. Tive. Não tenho mais.

    E como é melhor viver sem este medo.

    Mas, deixemos a morte de lado. Ela que fique no seu canto e deixe-nos viver um poquito mais.

    Concluindo, ouvi hoje, ou melhor ontem, ou hoje? Sei lá.  Ouvi a Paula Fernandes cantando a música “PROMETO”.

    A letra é inigualável. A coisa mais linda que alguém já escreveu. Texto para longas reflexões. 

    Vai a letra completa e o vídeo dela com Kell Smith, num show lindo, em sua cidade, Sete Lagoas, MG.

    Repara só como a gente se confunde
    E todo dia amanhece, se ilude
    Buscando vinte e quatro horas
    Correr atrás de ser feliz

    Esquece que felicidade é consequência
    Estar com quem se ama é questão de urgência
    Porque o tempo não congela
    Pra se entender o que é importante

    Bem melhor ter paz do que razão
    Transformar o medo em gratidão

    Prometo prestar mais atenção nas miudezas
    Olhar o céu com mais delicadeza
    E ver o quanto é lindo

    Prometo sorrir com um sorriso de criança
    E nele resgatar a esperança
    De um mundo mais bonito
    Prometo

    Prefiro ouvir um eu te amo verdadeiro
    Vale bem mais do que juntar todo o dinheiro
    Porque ele não compra a cura para o sofrimento

    Preciso me aceitar assim, todo imperfeito
    E ter coragem de ser eu mais por inteiro
    Viver de bem comigo e com os meus defeitos

    Bem melhor ter paz do que razão
    Transformar o medo em gratidão

    Prometo prestar mais atenção nas miudezas
    Olhar o céu com mais delicadeza
    E ver o quanto é lindo

    Prometo sorrir com um sorriso de criança
    E nele resgatar a esperança
    De um mundo mais bonito

    Prometo prestar mais atenção nas miudezas
    Olhar o céu com mais delicadeza
    E ver o quanto é lindo

    Prometo sorrir com um sorriso de criança
    E nele resgatar a esperança
    De um mundo mais bonito
    Prometo

    Prometo

     

    Publicado por jagostinho @ 06:50



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