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  • 22jul

    DIÁRIO DO PODER

     

    Bolsonaro afirma que não vai propor fim da multa de 40% do FGTS

     

    O presidente Jair Bolsonaro fala à imprensa no Palácio da Alvorada. Foto: Valter Campanato/ABr

    O presidente Jair Bolsonaro fala à imprensa no Palácio da Alvorada. Foto: Valter Campanato/ABr

     

    O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado, 20, que não vai propor o fim da multa de 40% sobre o salto do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de empregados demitidos sem justa causa.

    “Em nenhum momento vocês vão me ouvir falando de acabar com multa de 40% FGTS”, disse a jornalistas, em entrevista em frente ao Palácio do Alvorada.

    Ele ponderou, no entanto, que a multa virou regra, uma vez que é difícil ocorrer, segundo ele, demissões sem justa causa.

    “Dificilmente, você dá demissão por justa causa. Mesmo dando, o cara entra com ação contra você. Dificilmente se ganha ação nesse sentido. Os patrões pagam [a multa]”, disse.

    “Assim como quem estava empregado ficou mais difícil ser demitido, quem empregava começou a não empregar mais pensando em possível demissão”, justificou.

    Apesar disso, afirmou: “Não vou propor [o fim dos] 40%”.

    A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto divulgou nota à imprensa negando qualquer estudo sobre o fim do pagamento da multa.

    Saque do FGTS

    O presidente disse ainda que nesta segunda (21) fará uma reunião com ministros para tratar do saque do FGTS.

    “A palavra final eu vou ouvir essa semana da equipe econômica”, diz.

    O governo estuda liberar o saque de parte do saldo das contas ativas e inativas do FGTS. A medida injetaria recursos capazes de estimular a economia.

    Segundo o presidente, “pequenos acertos” estão sendo feitos. “Não queremos desidratar a questão do Minha Casa, Minha Vida, que é importante para quem precisa de uma casa. Não queremos ser irresponsáveis”.

    O programa do governo federal, que oferece condições atrativas para o financiamento de moradias para famílias de baixa renda, usa recursos do fundo.

    Reforma da Previdência

    Bolsonaro disse não acreditar que as críticas que fez a governadores do Nordeste terão impacto na votação da reforma da previdência no Congresso Nacional. “O parlamento não é tão raso como vocês estão pensando”, disse.

    A reforma da previdência foi aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados.

    A proposta ainda precisa ser aprovada na Casa em mais um turno de votação antes de ser remetida para o Senado Federal, onde terá também que ser aprovada em dois turnos de votação no plenário. (ABr)

    Publicado por jagostinho @ 11:02



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