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  • 07nov

    G1 – JULIA DUALIBI

     

    Futuro ministro da Defesa diz que governo Bolsonaro terá de ‘desratizar’ máquina pública

     

    General Augusto Heleno alega que diversas áreas da administração estão aparelhadas por quadros ligados ao PT. Equipe de transição começou a trabalhar nesta segunda

     

    General Augusto Heleno, futuro ministro da Defesa de Jair Bolsonaro — Foto: Agência Brasil/Arquivo

    General Augusto Heleno, futuro ministro da Defesa de Jair Bolsonaro — Foto: Agência Brasil/Arquivo

     

    O futuro ministro da Defesa, general Augusto Heleno, afirmou que o governo que tomará posse terá de “desratizar” alguns setores da máquina pública.

    O general avalia que diversas áreas da administração ainda estão aparelhadas por quadros ligados ao PT e que, portanto, demandariam uma “dedetização”.

    “Em alguns casos, vamos ter que desratizar, chamar a dedetização”, declarou Heleno, ao blog, em tom de ironia.

    “A máquina pública está muito aparelhada”, completou o general, para quem a gestão “catastrófica do PT influiu muito negativamente” na máquina pública.

    Heleno disse que alguns dados de que a equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) dispõe ainda não são confiáveis e que portanto os futuros integrantes do governo podem ter surpresas ao tomarem pé da situação em suas pastas, a partir da transição.

    “Podem até ser surpresas positivas”, ponderou.

    A transição começou oficialmente nesta segunda-feira com a nomeação de Onyx Lorenzoni, futuro ministro da Casa Civil, como ministro extraordinário. 

    O general avalia que a transição no ministério da Defesa será mais fácil que nas demais pastas, por ser uma área em que, segundo ele, não houve indicação política.

    Para Heleno, as áreas que passarão por unificação, como Transportes, Aviação Civil e Portos, que devem se tornar o Ministério da Infraestrutura, e Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio Exterior, que se tornarão o Ministério da Economia, tendem a ter uma transição mais complexa, justamente porque demandam uma nova estrutura organizacional.

    Sobre a previdência dos militares, assunto que será discutido durante os debates da reforma do sistema de aposentadorias, a ser apresentada pelo novo governo, Heleno disse que a função do seu ministério será a de “mediador”.

    “Já existem estudos. Não tem como haver homogeneidade com carreiras que são diferentes. Temos de tratar de maneira diferente questões que são diferentes”, disse.



    Publicado por jagostinho @ 11:01



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