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  • 31ago

    BLOG DO ALUÍZIO AMORIM

     

    A ESPINGARDA DE MARINA SILVA E O “EMPODERAMENTO” DAS MULHERES. OU: AS FALÁCIAS DO ESQUERDISMO DELIRANTE.

    O “empoderamento” das mulheres é um desses conceitos propagados ad nauseam pela grande mídia por fazer parte do arsenal do dito pensamento politicamente correto.
    Fala-se muito do “empoderamento” das mulheres desde que a elas não se faculte o direito de possuir uma arma para sua defesa pessoal.
    E isso não poderia ser diferente já que esse conceito faz parte da engenharia social gestada nos laboratórios da ONU, a mega ONG sustentada pelos países membros, incluindo o Brasil.
    Basta dar uma olhada na famigerada Agenda 2030 da ONU.

    O vídeo da PragerU, com legendas traduzidas pelos Tradutores de Direita, merece ser visto com atenção.

    E também o texto que os Tradutores postaram junto ao vídeo no Facebook. Especialmente porque comentam recentes declarações da Marina Silva em entrevista á revista Marie Claire.
    Marina revela que quando jovem trabalhou num seringal.  Ela e suas companheiras levavam sempre uma espingarda para se defenderem porque havia sempre muitos homens no local…

    Faço a transcrição do texto dos Tradutores de Direita. Vale a pena ler o ver o vídeo, é claro. Leiam:


    Em recente entrevista à Revista Marie Claire, a candidata à Presidência da República, Marina Silva, foi perguntada se já havia sofrido algum tipo de violência sexual.
    Sua resposta imediata, de acordo com a revista, foi:
    “Nunca. Quando éramos criança, tínhamos uma espingarda. Eu e minhas irmãs a levávamos para cortar a seringa.”[1]
    Um dia, este grupo de mulheres, incluindo a candidata, optou por utilizar-se de uma espingarda para compensar sua posição desfavorável diante de homens, numericamente superiores e biologicamente mais fortes, nos seringais do Acre.
    Ironicamente, hoje, a candidata reafirma a posição do establishment esquerdista de que a proteção do cidadão é de exclusividade do Estado.
    A candidata se exime de se posicionar com a mesma firmeza a respeito de outros temas, como aborto e liberação das drogas, alegando que tais questões devem ser decididas por meio de plebiscito.
    Por outro lado, ignora o Plebiscito de 2005, cuja vontade expressa do povo (contra o Estatuto do Desarmamento Civil) foi arbitrariamente ignorada pelo governo do qual ela um dia fez parte.
    É de praxe, para os demagogos e populistas, elevar certas categorias de cidadãos a um patamar especial diante da Lei por meio de legislação redundante para a proteção de certos grupos específicos — como a lei do “feminicídio”, por exemplo.
    Tais comumente se projetam como os defensores dos mais frágeis e dos desfavorecidos; falam em “empoderamento feminino” ao mesmo tempo em que impedem que uma mulher se proteja com uma arma de fogo — colocando-a em desvantagem com relação a um ladrão ou estuprador que intenta contra sua integridade física.
    “Empoderar” as mulheres é armá-las, dando-lhes o direito de se defender de seus agressores.
    O resto, é bafo de boca e vitimismo. A autodefesa é um direito inalienável do ser humano, tanto quanto o direito à vida e à liberdade.
    Não é concedida por governo algum e sua proibição, portanto, é ilegítima.
    Sempre que o Estado toma para si “o monopólio da força”, a população se torna presa da bandidagem e, potencialmente, do próprio Estado.

    Publicado por jagostinho @ 16:33



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