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  • 31ago

     

     

    BEM PARANÁ / JOSÉ PEDRIALI

     

    Os petistas estão eufóricos com as pesquisas de intenção de voto, que apontam o crescimento da candidatura inviável do presidiário Lula, primeiro colocado na corrida pelo Palácio do Planalto, após o pedido de registro no TSE.

    Afirmam que isso mostra que o povo rejeita a “Justiça de mentira” que o condenou e que a impugnação de sua candidatura, líquida e certa por esbarrar na Lei da Ficha Limpa, violará a “soberania popular”.

    Citam o parágrafo único.  do artigo 1º da Constituição: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”

    Nada mais falacioso do que esse argumento, já que o enunciado do artigo 1º da Carta Magma estabelece: “A República Federativa do Brasil (…)  constitui-se em Estado Democrático de Direito”.

    A esse Estado de Direito obedecem a condenação a que foi submetido e a Lei da Ficha Limpa.

    Ironicamente, a lei que o inviabiliza eleitoralmente, elaborada pelo Congresso por iniciativa popular, foi sancionada integralmente pelo então presidente Lula, em 2010.

    Não fosse o ordenamento jurídico em vigor, correríamos o risco de viver situação semelhante à da Palestina no ano 33 do calendário gregoriano, quando os judeus decidiram, por meio de um referendo, libertar o ladrão Barrabás e condenar à morte Cristo, vítima de uma campanha difamatória injusta movida pelos fariseus.

    A “soberania popular” também produziu, entre outros desastres, monstros como Adolf Hitler, cultuado e obedecido cegamente – graças à fabulosa máquina de propaganda comandada por Josef Goebbels – até destruir meio mundo, e principalmente a Alemanha.

    Até hoje há quem o considere o maior líder do século passado e que o Holocausto é invenção dos seus adversários.

    Lula, assim como Hitler e Barrabás, têm em comum a manipulação da opinião pública, que o apresenta como vítima de uma conspiração que quer impedir o seu retorno à presidência para “fazer o Brasil feliz de novo”. 

    E uma opinião pública disposta, por ignorância ou má fé, a se curvar à mentira.



    Publicado por jagostinho @ 14:03



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