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  • 10jul

    O GLOBO

     

    E Agora, Brasil?: O antipetista que vê em Moro ‘um herói’

    João Doria conta que um dos motivos que o levaram a aceitar ser candidato foi se posicionar contra o PT

     

    O prefeito de São Paulo, João Doria, participa da 6ª edição do “E agora, Brasil?”, promovido pelo GLOBOMONICA IMBUZEIRO / AGÊNCIA O GLOBO

     

    João Doria não perde oportunidade de se situar no espectro partidário brasileiro.

    Acima até das identificações com seu partido, o PSDB, ele prefere ser classificado como um anti-PT.

    Durante o encontro, afirmou que um dos motivos que o levaram a aceitar ser candidato foi se posicionar contra o partido que ocupou a Presidência da República entre 2003 e 2016.

    — A visão do PT é provinciana, pequenininha, arranjar carguinho, boquinha, jeitinho para acomodar aquele partidário do diretório, o trotskista, enche de gente incompetente — afirmou o prefeito de São Paulo, acrescentando pretender combater o partido adversário.

    Não tenho perfil político, é a primeira vez como eleito para um cargo político. Neste campo, serei uma voz contra o PT. Por isso os petistas me amam de paixão.

    O PT quase destruiu o Brasil nesses anos, ensinou a roubar, fez manual de como roubar, como mentir, provocou a pior recessão econômica da História do país, com 14 milhões de desempregados, deixou um resíduo péssimo para a imagem brasileira.

    Essa foi uma das motivações para eu disputar a eleição.

    Eu serei sempre uma voz contra o PT, contra o Lula, contra a Dilma, contra os corruptos em qualquer partido.

    João Doria foi eleito prefeito de São Paulo derrotando Fernando Haddad, um petista, segundo ele, diferente. E merecedor de elogios:

    — Fernando Haddad é um caso raro de honestidade num partido de desonestos. Ele é avis rara dentro do PT.

    Deveria até sair do PT, na minha opinião. Mas esse é um problema entre ele o partido dele.

    Quando questionado sobre possíveis relações promíscuas entre empresas e governos, como a Operação Lava-Jato revelou ter acontecido em várias administrações, Doria aproveitou para classificar o juiz Sergio Moro como “herói”:

    — Reconheço que praticamente todos os partidos receberam, oficialmente ou não contabilizadas, doações de empresas. Isso deve ser condenado.

    Quero registrar minha profunda admiração ao juiz Sergio Moro. Na essência, é um homem que está ajudando a mudar o Brasil.

    Aqui e acolá, a Lava-Jato pode ter exagero, mas tenho orgulho de um país que não esconde seus problemas.

    Se há um herói no Brasil, é o juiz Sergio Moro.



    Publicado por jagostinho @ 11:02



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