Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 05ago

    O ESTADÃO

     

    Senadores decidirão a partir de terça se Dilma vai a julgamento

     

     

    Sessão está prevista para começar às 9 horas, mas deve se estender até a quarta-feira. Acusação e defesa terão seis testemunhas

     

     

     

    Em visita ao Senado, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, confirmou que defesa e acusação terão, cada uma, direito a seis testemunhas no julgamento final do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

    A votação deve começar no final de agosto.

    A reunião com os líderes partidários do Senado se concentrou apenas na votação do dia 9 de agosto, a chamada pronúncia do réu, que avalia se as acusações são procedentes.

    O ministro evitou dar mais detalhes sobre o julgamento final para não antecipar o juízo dos senadores quanto à pronúncia.

    Mas é esperado que a pronúncia seja aprovada, já que é necessária apenas maioria simples. De acordo com a assessoria do Supremo, a sessão deve se estender por 20 horas.

    Para a votação de terça-feira, 9, ficou determinado que a sessão começará às 9 horas, com intervalo às 13 horas para o almoço.

    Às 14 horas, os trabalhos são retomados, mas Lewandowski determinou que haverá intervalos a cada quatro horas de sessão.

    O primeiro a falar é o relator do processo, Antonio Anastasia (PSDB-MG), para apresentar o seu voto, que é favorável ao impeachment.

    Seu relatório foi aprovado nessa quinta-feira na comissão especial do impeachment. Em seguida, todos os senadores terão até 10 minutos cada para discutir o relatório.

    Os discursos obedecerão uma ordem de inscrição, que será divulgada nos painéis do plenário. Os senadores poderão se inscrever para discursar já no dia anterior.

    Por último, acusação e defesa terão cada uma, respectivamente, 30 minutos para se pronunciarem.

    A votação dos senadores será por meio do painel eletrônico.

    Para que o relatório seja aprovado, basta a maioria simples dos votos dos presentes, ou seja, metade mais um.

    Em caso de aprovação, será iniciado o julgamento da presidente.

    O ministro não quis confirmar qual a data de início do julgamento, questão que provocou controvérsias durante essa semana no Senado.

    Apesar do STF ter divulgado uma nota defendendo que o julgamento se iniciasse em 29 de agosto, a base aliada de Temer, e o próprio presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu que a data fosse antecipada para 26.



    Publicado por jagostinho @ 09:44



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.