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  • 28abr

    BLOG DE FABIO CAMPANA

     

    panfleto2
    A APP-Sindicato bem que tentou. Convocou um ato em Curitiba para lembrar um ano dos incidentes de 29 de abril na Praça Nossa Senhora da Salete.

    Este é o pano de fundo, mas a manifestação – de todos de vermelho, conforme pedido da sindicalista Marlei Fernandes – será mais uma tentativa de mobilizar setores do professorado e dos estudantes contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), do ex-presidente Lula e do PT.

    Tem mais: o sindicato nega, mas mandou produzir panfletos e faixas contra o juiz federal Sérgio Moro e contra a Operação Lava Jato.

    Diz-se que a APP está gastando R$ 1 milhão até sexta-feira, 29, no ato em Curitiba. Nesses gastos, de um orçamento de R$ 25 milhões, estão:

    -200 outdoors instalados por todo o Paraná

    -inserções de propaganda nas redes de televisão e nas emissoras de rádio;

    -apoio financeiro a documentário sobre os incidentes de 29 de abril;

    -contratação de shows do cantor Pereira da Viola e da banda Detonautas;

    -almoço comunitário para mais de 10 mil pessoas;

    -ônibus para estudantes e professores se deslocarem para Curitiba;

    -panfletos, cartazes e faixas; camisetas;

    -três caminhões; revistas e jornais da APP e de aliados.

    Suspeita-se que o show do Detonautas é patrocinado com verba federal.

    A dinheirama é tanta que a APP ainda não publicou o balancete dos gastos e despesas de 2015. Mas em 2014, a direção do sindicato gastou R$ 100 mil em alimentação.

    Os professores querem saber porque a APP apoia, com logística e recursos, o MST, o que foi constatado no incidente em Quedas do Iguaçu e no acampamento montado pelo movimento sem terra em Brasília às vésperas da votação do impeachment de Dilma na Câmara dos Deputados.

    Os professores também querem saber porque a APP correu para protestar contra o juiz Sérgio Moro e contra a Operação Lava Jato assim que a Polícia Federal conduziu coercitivamente o ex-presidente Lula a prestar depoimento em Brasília.

    O protesto da APP contra Moro e a Lava Jato, em frente da Justiça Federal em Curitiba, está registrado em fotos e vídeos que circularam na imprensa e nas redes sociais.

    Os professores também querem saber porque a APP continua apoiando os denunciados na Lava Jato e por esquemas de corrupção na Petrobras como a senadora Gleisi Hoffmann (PT), o marido Paulo Bernardo (PT), José Dirceu (PT), o ex-deputado André Vargas (ex-PT) e todos os financiadores das campanhas petistas que estão presos no Paraná pela Operação Lava Jato.

    Por fim, o desespero de causa da APP e dos lulopetistas chegaram num nível tão baixo que chegaram a mandar cartas com excrementos aos deputados na Assembleia Legislativa.



    Publicado por jagostinho @ 09:37



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