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  • 09out

    INFORME PARANÁ

     

    O deputado Ney Leprevost, líder da Frente Estadual da Saúde e Cidadania, registra a comemoração do Dia Nacional do Deficiente Físico, festejado em 11 de outubro, mas com uma ressalva:

    “É preciso melhorar e muito a qualidade de vida e garantia dos direitos para os deficientes físicos nas cidades”, disse.

    No Paraná, a população urbana já representa 85,4% do total, segundo o Censo de 2010 realizado pelo IBGE.

    Não é surpreendente, então, que os problemas de mobilidade e acessibilidade urbana ganhem visibilidade e impulso, ainda mais para o funcionamento econômico e social das cidades.
     
    Para o parlamentar, a deficiência física não é apenas uma condição estática, mas depende do ambiente em que a pessoa vive.

    “Se as cidades oferecessem condições para uma pessoa em cadeira de rodas sair de casa e chegar, em tempo razoável, a um local de trabalho digno, e após o expediente ir ao cinema e achar um lugar bom para assistir ao filme, essa deficiência já não é qualificada como tão grave nos índices de mobilidade”, afirmou.
     
    E complementou: “Da mesma forma, quando a cidade não é acessível, qualquer deficiência se torna mais séria: a pessoa com idade ativa não consegue se deslocar de um local para outro e o estudante se sente desmotivado porque não conta com escola acessível”.
     
    Segundo a Organização Mundial de Saúde, nas cidades brasileiras 25% dos deficientes são pobres, contra 12% entre a população sem deficiência. 
     
    Ciente da relevância desses números, Leprevost, que é líder da Frente Estadual da Saúde e Cidadania, defende a realização de um censo para dimensionar a quantidade de deficientes físicos que vivem no Estado.

    “Precisamos saber quantos deficientes físicos vivem no Paraná e suas reais necessidades para sugerir ações que supram as carências deste segmento”.

    “Mas posso assegurar que a maioria dos deficientes físicos utilizam o transporte público para se deslocarem a seus locais de trabalho e lazer e muitos encontram barreiras físicas e até culturais”, disse.

    Publicado por jagostinho @ 16:27



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