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  • 24jun

    VEJA.COM

    Vargas, mulher e irmão são denunciados por lavar R$ 480 mil

    Ministério Público acusa ex-petista e familiares de adulterarem compra de imóvel para ocultar propina obtida em publicidade da Caixa e da Saúde

     

    O juiz Sérgio Moro autorizou a transferência do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, do ex-deputados André Vargas (ex-PT), Luiz Argôlo (SD) e Pedro Corrêa (PP)
    O ex-deputado André Vargas (ex-PT) é denunciado pela segunda vez na Lava Jato: agora por lavagem de R$ 480 mil ao lado do irmão Leon e da mulher(Vagner Rosário/VEJA)

     

    O ex-deputado petista André Vargas, sua mulher, Eidilaira Soares, e o irmão dele Leon Vargas foram denunciados à Justiça pelo crime de lavagem de dinheiro na compra de um imóvel de luxo em Londrina, interior do Paraná.

    Esta é a segunda acusação formal contra Vargas no âmbito da Operação Lava Jato – desde maio, ele já respondia por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.

    De acordo com os investigadores, Vargas e seus familiares teriam ocultado 480.000 reais na compra de uma casa registrada pelo vendedor pelo preço de 980.000 reais.

    A mulher do ex-petista assinou um compromisso de compra no valor de 500.000 reais – daria entrada de 20.000 reais, seguida de uma parcela de pouco mais de 303.500 reais e do financiamento dos 176.500 restantes.

    A “manobra” serviu para lavagem de capitais obtidos pelo ex-parlamentar por meio do esquema de corrupção em contratos da publicidade da agência Borghi/Lowe com a Caixa Econômica Federal e o Ministério da Saúde.

    Prestadores de serviço subcontratadas pela agência pagavam uma comissão (bônus de volume) de 10% do valor dos contratos a Vargas, a mando da Borghi/Lowe.

    Por orientação do publicitário Ricardo Hoffmann, ex-diretor da agência em Brasília (DF), os bônus eram depositados em contas bancárias de duas empresas de Vargas e de seus irmãos Leon e Milton Vargas, Limiar Consultoria e Assessoria e LSI Soluções em Serviços Empresariais.

    A Polícia Federal e o Ministério Público constataram que as duas empresas eram de fachada e serviam apenas para recebimento de propina.

    Em maio, Hoffmann e os irmãos do ex-deputado, Leon e Milton Vargas, também foram denunciados e passaram a responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.



    Publicado por jagostinho @ 09:12



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