Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 15mar

    UCHO.INFO

    Discurso mentiroso da “pátria educadora” desmorona e faculdades entram na Justiça contra o Fies

     

    As mudanças do Ministério da Educação (MEC) nas regras de concessão do Financiamento Estudantil (Fies) não causaram transtornos somente para os alunos.

    Asdinheiro_107 instituições também foram prejudicadas e entraram na Justiça contra a entidade.

    Recentemente, o governo federal perdeu ações em Alagoas e Rondônia.

    Fora isso, os alunos que não têm tido acesso ao Fies estão procurando a Defensoria Pública da União (DPU).

    Levantamento feito pela DPU constatou que, só em 2015, o órgão acumulou 800 reclamações referentes a renovações do Fies.

    A Defensoria estuda ingressar com ação civil pública para prorrogar o prazo dos aditamentos, que se encerra em abril.

    Porém, o defensor público federal Eduardo Nunes de Queiroz, já adiantou que recebeu algumas informações, mas tem poucas perspectivas de solução.

    Na quinta-feira (12), outras duas decisões da Justiça Federal alcançaram o Ministério da Educação.

    A primeira é da 7ª Vara Cível da Justiça Federal do Distrito Federal, que suspendeu a trava imposta pelo MEC para reajuste das mensalidades de instituições participantes do Fies.

    A decisão atende a mandado de segurança da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep).

    A outra, favorável ao Fenep, é da 5ª Vara do Distrito Federal, que obriga o Ministério da Educação a cumprir o cronograma de pagamento dos valores do Fies às instituições.

    Esta ação representa oito faculdades de São Paulo. Segundo o advogado das instituições, Antonio Renato Mussi Malheiros, “várias instituições do Brasil estavam sem receber desde dezembro”.

    O advogado ainda afirma que há outros sete processos em trâmite.

    De acordo com as novas mudanças impostas pelo MEC, há um limite de reajuste que é de 6,4% nas mensalidades para contratos no Fies.

    As instituições desaprovaram a burocracia, já que não é possível cobrar preços diferentes para quem não tem o Fies.

    Outro ponto polêmico, além dos atrasos nos pagamentos, é o cronograma diferenciado de repasses para instituições de grande porte, restringindo os pagamentos, que a instituição criou.

    Amábile Pacios, presidente da Fenep, comemorou a decisão da Justiça Federal. “Cada universidade tem uma realidade diferente, uma planilha de custos e um reajuste necessário para sua saúde financeira”.

    O MEC informou que não foi notificado, mas antecipou que vai recorrer.

    A crise que afeta o Fies, deixando milhares de estudantes a ver navios, desmonta o discurso embusteiro de Dilma Rousseff, que ao tomar posse em seu segundo mandato usou a expressão “pátria educadora” para mais uma vez enganar a opinião pública.

    A presidente reeleita sabia das dificuldades de caixa do governo, mas insistiu na mentira apenas para manter a tese de que o Brasil, sob o manto do PT, transformou-se na versão moderna e tropical do país de Alice, aquele das maravilhas. (Por Danielle Cabral Távora)



    Publicado por jagostinho @ 16:39



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.