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  • 14mar

    VEJA.COM

    Auge da marcha organizada para defender os saqueadores da Petrobras reuniu 12 000 pessoas – bem menos do que os 100 000 que a CUT prometeu levar

    Integrantes da CUT (Central Única de Trabalhadores) distribuem camisetas à outros sindicalistas para o ato nacional em defesa dos direitos da classe trabalhadora, da reforma agrária, da reforma política e da Petrobrás
    VALE-PROTESTO – Integrantes da CUT distribuem camisetas para quem compareceu ao ato pró-Dilma(Eduardo Gonçalves/VEJA.com)

    Transporte gratuito, distribuição de marmita, camiseta e boné, além de um “vale” que variou de 35 reais a 50 reais.

    Nem a distribuição do “kit protesto” pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), pelo Movimento dos Trabalhadores (MST) e pelos movimentos de sem-teto foi capaz de atrair o público que os aliados do PT esperavam no ato desta sexta-feira na Avenida Paulista, no centro de São Paulo.

    A passeata foi convocada para tentar se contrapor às manifestações contra a presidente Dilma Rousseff, agendadas para domingo, em 200 cidades do país.

    Segundo a Polícia Militar, o auge da marcha reuniu 12 000 pessoas, número bastante inferior aos 100 000 manifestantes que a CUT alardeava que reuniria na capital paulista.

    O quórum, aliás, só cresceu porque a marcha que partiu da sede administrativa da Petrobras seguiu em direção ao Masp, onde estavam reunidos professores da rede estadual para deliberar sobre o início de uma greve.

    Como a Apeoesp (sindicato da categoria) é ligada ao PT, muitos professores se juntaram ao grupo.

    Mas a adesão não foi unânime: a presidente da Apeoesp, Izabel Noronha, conhecida como Bebel no meio sindical, foi vaiada pelos professores ao discursar em defesa da presidente Dilma Rousseff.

    A defesa da presidente justamente foi um dos pontos em questão: os grupos que organizaram o ato tentaram emplacar o absurdo lema de “defesa da Petrobras e da reforma política”, quando visivelmente os integrantes da marcha foram convocados – alguns pagos – para elogiar Dilma.

    Outros, sequer sabiam o que faziam no local: há apenas três meses no Brasil, o africano Muhamed Dukurek, de 44 anos, aceitou vestir a camiseta da CUT e carregar um dos balões da central sindical pelo dinheiro.

    “Disseram que eu ia receber um pagamento de 40 reais a 50 reais”, afirmou ao site de VEJA.

    Falando poucas palavras em português, ele disse que um ônibus foi buscá-lo em sua casa no bairro do Brás, pela manhã.

    Foi liberado às 17 horas do trabalho na Paulista quando a CUT recolheu os balões.



    Publicado por jagostinho @ 09:32



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Vandico Disse:

    Olha aí onde está o nosso mísero dinheirinho.Na mão destes vagabundos

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