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  • 29out

    Passaram as eleições presidenciais de 2014, onde a presidente Dilma foi reeleita para mais quatro anos de mandato.

    Queiramos ou não, os números estão aí escancarados, Dilma ganhou disparadamente em regiões mais pobres do país.

    Nada errado. As pessoas retribuíram, com o voto, a ajuda que recebem do Governo Federal.

    Afinal, se não fossem os programas sociais teríamos a vergonha de saber que brasileiros, principalmente “brasileirinhos”, estariam morrendo de fome no nosso País.

    Isto é um fato. E, por isso, já no governo FHC, iniciaram-se programas assistencialistas, para combater desigualdades históricas no Brasil.

    Onde entra a figura do presidente Lula nesta postagem que tem na manchete uma única pergunta endereçada a ele.

    A perguntar é: os mais pobres continuam “a pensar pelo estômago e não pela cabeça”, na hora do voto?

    Foi o que Lula disse em 2000, quando presidente nacional do PT.

    Assistam:-

    Se responder fosse, coisa que sei que não vai acontecer, com certeza Lula não repetiria a frase sobre “estômago e cabeça”.

    Aliás, aquele Lula era o do antes do poder. Agora o comportamento é outro. 

    Fiz questão de relembrar esta dicotonia de Lula para que, décadas adiante, quando se contar a história deste Brasil às novas gerações isto não seja esquecido.

    Só para fechar o assunto Lula, sei que perguntarão muitos: “mas uma pessoa não pode mudar de opinião?”

    Respondo: Pode e deve. E Lula mudou, com todo direito, mas que fique registrado nos anais da história política brasileira. 

    Sobre Dilma reeleita digo que, de acordo com as normas constitucionais vigentes, ela é a nossa legítima presidente. Fez mais votos que seu adversário.

    E desejo que governe bem o Brasil. E mais. Espero que ao final deste segundo mandato ela anuncie que o número de beneficiários do Bolsa Família diminuiu.

    Aí teremos certeza que o Brasil ficou mais digno e igual.

    Concluindo, quero colocar mais uma questão sobre as eleições de 2014.

    Na minha opinião, leiga mas respaldada em consultas a especialistas em Direito Eleitoral, essas eleições foram passíveis de ANULAÇÃO.

    Explico. Um dos três poderes da República, o Poder Judiciário, através do TSE, deformou, distorceu e contaminou o resultado final. 

    Como?  Simples, muito simples de entender.

    O TSE modificou a forma de julgar as questões do horário político, apenas dias antes do 2º turno. De forma drástica.

    Exigiu, se é que tem essa prerrogativa, que as campanhas fossem propositivas e não de desconstrução dos adversários.

    Só que, é óbvio ululante, as eleições não começaram dias antes do 2º turno.

    Houve antes todo um 1º turno, onde uma candidata, Marina Silva, por exemplo, no horário eleitoral foi, literalmente, destruída, feita aos pedaços, pelos adversários.

    E onde estava o TSE nesta hora? Que foi feito da isonomia e igualdade de tratamento? 

    Data venia, um erro crasso que poderia (pois acho que não há mais prazo legal) levar à uma anulação do pleito.

    Publicado por jagostinho @ 10:48



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