Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 13out

    AGÊNCIA ESTADO

    Marina Silva e Beto Albuquerque, em entrevista coletiva na Vila Madalena, zona oeste de SP (Foto: ADRIANA SPACA/BRAZIL PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)

    A candidata derrotada à Presidência Marina Silva (PSB) disse que sua decisão de apoiar o tucano Aécio Neves no segundo turno é uma posição “programática”, com um “voto de confiança na proposta que simboliza mudança para o Brasil”.

    Segundo Marina, o documento apresentado por Aécio contempla o que ela considera necessário para mudar o Brasil, mas ela descartou a possibilidade de assumir um cargo no governo do tucano, caso ele vença a eleição.

    “Quero, de início, deixar claro que entendo esse documento como um compromisso aos brasileiros, com a Nação. Rejeito qualquer interpretação de que seja dirigida a mim, em busca de apoio”, afirmou.

    “Seria um equívoco absoluto de me tomar por detentora dos poderes que são do povo”, complementou.

    Ontem, o tucano se comprometeu a cumprir quase todas as exigências feitas por Marina em troca de seu apoio. Segundo a ex-candidata, os dois tiveram apenas uma conversa por telefone antes do anúncio feito hoje.

    “Conversei com Aécio por telefone durante seu almoço em Pernambuco e apenas anunciei que o apoiaria e daria minha posição publicamente neste domingo”, explicou Marina, que estava acompanhada do vice na sua chapa, Beto Albuquerque (PSB-RS).

    Na carta de compromisso, Aécio não fez referência a uma mudança da proposta de maioridade penal. A ex-senadora salientou que isso não foi decisivo para firmar sua posição de apoio.

    “Nós não apresentamos nossa proposta como imposição. Apresentamos aquilo que era o mais interessante. Ele abriu um espaço para o debate sobre esse assunto e isso atendeu as minhas expectativas e dos partidos”, explicou.

    Sobre a forma que vai participar da campanha de Aécio no segundo turno, Marina disse que a decisão ainda não está tomada e que deve conversar com o candidato nos próximos dias.

    “A forma como vou participar da campanha isso eu vou discutir com o candidato e ele comigo”, limitou-se a dizer.

    Por fim, Marina foi questionada sobre uma possível incoerência de seu apoio a Aécio ir de encontro ao que a ex-candidata defendeu durante a campanha como “a nova política”.

    “Mantivemos nossa coerência e estou feliz e tranquila com isso. O que nós estamos fazendo é construir a nova política e a mudança proposta por Aécio vai ao encontro a isso, de forma coerente.” 

    Publicado por jagostinho @ 16:44



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.