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  • 04out

    DIRETO AO PONTO/AUGUSTO NUNES/VEJA.COM

    Em julho de 2005, ao aparecer entre os patrocinadores do esquema do mensalão, o Banco do Brasil abriu a lista de vítimas da trama concebida para subordinar a máquina estatal aos interesses do governo lulopetista.

    Em março de 2006, chegou a vez da Caixa Econômica Federal: a violação da conta do caseiro Francenildo Costa, testemunha de bandalheiras protagonizadas pelo ministro da Fazenda Antonio Palocci e seus comparsas, atestou que estupradores de sigilo bancário haviam assumido o comando da velha instituição.

    No segundo mandato, Lula fez do BNDES o perdulário benfeitor de liberticidas africanos, vigaristas cucarachas, ditadores falidos e caloteiros que descumprem o combinado em todos os idiomas.

    Estendido à Petrobras, o aparelhamento que precede a decomposição administrativa e moral, anabolizado no governo de Dilma Rousseff, reduziu a maior das estatais, numa primeira etapa, a um viveiro de corruptos de estimação.

    Hoje a empresa lembra uma usina de negociatas bilionárias.

    Nesta semana, o país constatou que os assaltantes do patrimônio nacional tomaram também os Correios.

    A instituição que até o começo do século figurou no ranking das 10 mais respeitadas do Brasil agora é governada por estafetas do PT e se presta a delinquências eleitoreiras.

    Os carteiros de antigamente foram rebaixados ao duplo papel de meninos de recado da companheirada e sabotadores dos candidatos adversários.

    Em Minas, por exemplo, só chega a seu destino a papelada que celebra as virtudes de Dilma e seus aliados. Destinatários do material remetido por Aécio Neves e outros tucanos nunca são encontrados.

    O vídeo acima é uma prova do crime dividida em três momentos. Na abertura, o deputado estadual Durval Ângelo discursa ao lado do companheiro Wagner Pinheiro, presidente da instituição prostituída pela seita no poder.

    “Se hoje nós estamos em 40% em Minas Gerais”, confessa o orador, “tem o dedo forte dos petistas dos Correios”.

    Na cena seguinte, um suposto carteiro distribui material de campanha do PT.

    A sequência é encerrada pelo trecho da entrevista coletiva em que a presidente caça algum álibi que a liberte dos jornalistas em busca de esclarecimentos.

    Olhar faiscando de cólera, expressão ainda mais apalermada, Dilma zanza no gramado procurando a saída que não há.

    “Nós estamos vivendo um momento eleitoral que fica uma situação um pouco nervosa”, gagueja em dilmês castiço.

    “Isso é um absurdo, pô!”, tenta encerrar o assunto que ainda está no primeiro ato.

    É mais que um absurdo: é outro crime que implora por castigo. 

    No Brasil governado pelo clube dos cafajestes, essa bandidagem pode até dar voto.

    Em qualquer país civilizado, decerto daria impugnação e cadeia.

    Publicado por jagostinho @ 16:28



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • prof. Elisa Disse:

    Jota, será que não esta na hora da veja , psdb , e outros se conformarem com o resultado ? Ta na cara q vai dar muito fácil DILMA e se DEUS quiser REQUIÃO no segundo turno . Veja como os institutos de pesquisa são vagabundos, começam a dar a queda do piá e a alta do REQUIÃO ; não querem passar muita vergonha, não acha .

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