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  • 29jun

    FOLHA.COM

    CAMPOS E DILMA

    Com críticas aos adversários na eleição de outubro, Eduardo Campos e Marina Silva formalizaram neste sábado (28) em Brasília a candidatura da chapa do PSB à Presidência da República.

    Em seu discurso, Campos criticou aqueles que “se revezam no poder há 20 anos” e que tentam convencer o povo de que “farão diferente” a partir de agora.

    “Os mesmos caminhos levam sempre aos mesmo lugares”, disse o pernambucano numa referência à presidente Dilma Rousseff (PT) e ao tucano Aécio Neves, que serão seus adversários nas urnas.

    Campos prometeu realizar uma reforma tributária no primeiro ano de seu eventual governo, para reduzir a cobrança de impostos, e disse que tirará o Brasil do “atoleiro” em que Dilma o meteu.

    “Vamos reverter essa equação perversa. Vamos colocar a inflação para baixo e o crescimento para cima”, afirmou.

    Ele também citou a Petrobras, alvo de recentes investigações por suspeita de desvios de verba da estatal, dizendo que vai “salvar” a empresa e o setor elétrico.

    Campos disse ainda que, se eleito, vai manter programas como o ProUni e o Minha Casa, Minha Vida, criados durante a gestão petista.

    “E vamos manter a estabilidade da moeda e aperfeiçoar a democracia, que são conquistas não de uma pessoa ou partido, mas de luta do povo, de onde viemos.”

    MARINA

    A ex-senadora pelo Acre, Marina Silva, que discursou antes de Campos, também criticou os adversários na disputa à Presidência.

    Vice-presidente na chapa do PSB, ela disse que não se constrói nada ao apelar “às forças mais furiosas da natureza” para “afastar ou varrer aqueles que pensam diferentes de nós”.

    A frase foi uma referência à declaração do adversário tucano, Aécio Neves, que afirmou há duas semanas, durante convenção do PSDB, que um tsunami varrerá o PT do poder.

    “Também não só constrói nada com base no medo, que não é uma energia boa para transformar”, completou Marina.

    Já em uma crítica à gestão petista, a candidata pregou a substituição de um modelo de desenvolvimento predatório para um “sustentável em todas as dimensões”, que aliaria desenvolvimento econômico, igualdade e respeito pelo ambiente.

    A ex-candidata disse ainda que a chapa representa “a referência da mudança com qualidade”, que, segundo ela, preserva as conquistas, corrige os erros, amplia e encara os desafios.

    Quanto aos rumos da campanha, Marina disse que está no caminho certo: “Quando a cobra balança o rabo com muita força, é porque ela sabe que a pedra acertou no lugar certo: na cabeça”.

    Na última pesquisa Datafolha, realizada entre os dias 3 e 5 de junho, Campos, que encabeça a chapa de Marina, teve 7% das intenções de voto, contra 34% de Dilma e 19% de Aécio. 

    Publicado por jagostinho @ 12:28



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