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  • 09jun

    FOLHA.COM

    A presidente Dilma Rousseff entre o ministro das Cidades, Gilberto Occhi (esquerda), e o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (Foto: Raquel Freitas / G1)

    A presidente Dilma Rousseff entre o ministro das Cidades, Gilberto Occhi (esquerda), e o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (Foto: Raquel Freitas / G1)

    A presidente Dilma Rousseff aproveitou neste domingo (8) a inauguração de uma obra de mobilidade da Copa em Belo Horizonte para pedir “alegria e civilidade” por parte dos brasileiros em relação ao Mundial e aos visitantes.

    “Nós vamos mostrar o exemplo de alegria, de força e de civilidade do Brasil”, disse a presidente, que afirmou também que a seleção brasileira e seus torcedores sempre foram bem recebidos em todas as Copas que o país disputou.

    “Sempre fomos muito bem recebidos. Tenho certeza que o turista vai levar aqui de Belo Horizonte… No seu coração vai ser essa recepção calorosa, humana, respeitosa que os mineiros e os belo horizontinos são capazes de dar”, disse.

    A presidente disse ainda que a Copa será uma “festa”, parafraseando comerciais de TV que buscam dar esse sentido ao evento da Fifa no país.

    O sentido usado pela presidente, contudo, foi com um apelo para que as manifestações não prejudiquem o direito de o torcedor brasileiro festejar.

    “Tenho certeza também que a Copa vai ser uma festa, e é fundamental que as pessoas, que a maioria da população brasileira tenha o direito de usufruir dessa grande festa que começa nesta semana, na quinta feira (12)”, afirmou.

    Sem citar o atraso de obras, a presidente também voltou a dizer que os estrangeiros que vieram para o Brasil “não levarão nas suas malas” as obras que estão sendo feitas. Esse “legado”, segundo ela, será dos brasileiros.

    CENTRO DE OPERAÇÕES

    Dilma inaugurou em Belo Horizonte o Centro de Operações da prefeitura para monitoramento do transporte e trânsito na capital mineira, obra que entrou no pacote da Copa ao custo de R$ 31,6 milhões.

    Antes, a presidente visitou a estação de transferência do BRT das avenidas Antônio Carlos e Pedro 1º, próxima do estádio Mineirão. A estação não estava funcionando para o público neste domingo (8).

    Esse BRT estará funcionando totalmente até a Copa. Ainda restarão obras a serem concluídas (ao menos um viaduto e uma trincheira). Orçado inicialmente em R$ 588,2 milhões, a obra tem custo atual de R$ 730,4 milhões.

    Essa é a oitava viagem da presidente Dilma a Minas neste ano, base eleitoral do senador Aécio Neves, pré-candidato do PSDB ao Planalto. É o mesmo número de viagens que a presidente fez ao Estado durante todo o ano passado.

    CRÍTICAS

    A presidente aproveitou para mais uma vez criticar a oposição, sem citar nomes. Ela disse que os governos do PT estão investindo em mobilidade no país, o que não tinha sido feito nas décadas de 1980 e 1990 pelo governo federal.

    Ela também aproveitou para, mais uma vez, dizer que o governo federal tem recursos disponibilizados para investir no metrô de BH e cobrar os projetos do governo estadual, que faz oposição a ela.

    Na sua visita a BH, Dilma foi acompanhada pelo prefeito Marcio Lacerda (PSB), que tem usado os BRTs como um dos principais temas da propaganda da sua administração neste ano.

    Embora filiado ao PSB de Eduardo Campos, pré-candidato ao Planalto, Lacerda já avisou que apoiará a candidatura presidencial de Aécio, a quem ele atribui a sua reeleição em 2012. 

    Publicado por jagostinho @ 19:07



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