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  • 24fev

    GAZETA DO POVO

    Reprodução

    Reprodução / Falta de projeto arquitetônico das estações é uma das críticas sobre a minuta do edital do metrô de Curitiba

    Falta de projeto arquitetônico das estações é uma das críticas sobre a minuta do edital do metrô de Curitiba

    Veja quais são os pontos questionados pelas instituições na minuta do edital do metrô:

    1 • Não está definido quem irá fiscalizar a execução do projeto e nem como o fará.

    2 • Não há clareza quanto sobre como se chegou ao valor teto de remuneração (R$ 2,45).

    3 • A revisão na remuneração em favor do poder público não acompanha o mesmo critério da previsão para a iniciativa privada.

    4 • Integração entre ônibus e metrô está prevista, mas não há definição sobre como ela ocorrerá e nem quanto custará.

    5 • Não são listadas quais informações técnico-operacionais a concessionária terá de repassar à prefeitura para receber a contraprestação de R$ 30 milhões anuais.

    6 • Não relaciona os projetos e custos das intervenções urbanísticas que deverão ser realizadas nas regiões por onde irá passar o metrô.

    7 • Sem a pesquisa de origem e destino, a projeção de demanda de passageiros do documento é vista pelas entidades como “frágil”.

    ******

    COMENTÁRIO:- 

    Diante das constatações de entidades de respeito como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CAU – PR) e Dieese que apontaram diversas falhas no projeto do novo modal, farei, apenas, algumas observações sobre a matéria publicada.

    Primeiro, invejo as entidades acima citadas pela afabilidade para com os que elaboraram o projeto e, principalmente, com quem contratou a execução dos mesmos, no caso a Prefeitura de Curitiba, pois nem precisaria ser Engenheiro, como sou (mas Químico) para dizer que os erros apontados foram “crassos”, grosseiros e piramidais”.

    Não começamos bem. Pois, se nem projeto arquitetônico das estações existe é fácil deduzir quantas fissuras estão embutidas em algo tão mal engendrado.

    Talvez, quem assim procedeu, creio que imaginou que tudo iria se resolvendo quando os problemas fossem surgindo. E encarecendo, é claro, a obra. Isto é o que se chama de “a anti-engenharia”.

    Boa para quem executa, ruim para quem paga.

    Nem vou me estender mais, pois se o maior urbanista do mundo, o único que realmente revolucionou Curitiba em mobilidade urbana sobretudo, arquiteto Jaime Lerner, não concorda com o metrô em Curitiba, estou com ele e não abro.

    Mas fica um perguntinha final: mesmo sabendo da posição do Jaime Lerner, o prefeito Lenga Lenga, Fruet teve a humildade de convidar o Lerner para que desse uns pitacos no assunto?

    Acho que não pois, com certeza, o projeto não estaria vazando com tantos furos na sua feitura.

    E o comovido muito obrigado dos curitibanos à três entidades citadas acima e a todos que participaram das audiências públicas pois evitaram uma hecatombe arquitetônica que se avizinhava para envergonhar a nossa cidade.

    Em suma: os bonifrates do nosso alcaide são muito fraquinhos, em todos os setores. Uma pena.

    Curitiba não merece tanta incompetência junta !

    Publicado por jagostinho @ 09:27



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