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  • 21fev

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    Estatal publicou nesta quinta-feira edital de concurso para 1.232 vagas; salários variam de 3.000 a 8.000 reais

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    Petrobras: salário de médico é de 7 500 reais (Ricardo Moraes/Reuters)
    A Petrobras abriu processo seletivo para 1.232 vagas em cargos de nível médio e superior, com salários iniciais de 3.000 a 8.000 reais.

    Do total, sete vagas para início imediato e 60 para o cadastro de reserva são destinadas a médicos do trabalho. O salário, segundo o edital, é de 7.501 reais.

    Os concursados, assim, terão um patamar de remuneração inferior ao que o governo federal paga aos profissionais aprovados no programa Mais Médicos, que ganham 10.000 reais por mês — com exceção dos cubanos, cujo salário é de cerca de 850 reais, ficando o restante (9.150 reais) para o governo de Cuba.

    Segundo o edital, o profissional deve ter não só o certificado de conclusão ou diploma, mas também o diploma do curso de especialização em nível de pós-graduação em Medicina do Trabalho, reconhecidos pelo Ministério da Educação, Secretarias ou Conselhos Estaduais de Educação.

    Os médicos, segundo a estatal, trabalharão nos Estados de Pernambuco e Rio de Janeiro. As inscrições devem ser feitas de 24 de fevereiro a 17 de março pelo site da Cesgranrio

    Apesar de ser uma empresa de capital misto, ou seja, com participação dos setores público e privado, a Petrobras preenche suas vagas efetivas com funcionários concursados, em procedimento semelhante aos de órgãos públicos. 

    O programa Mais Médicos tem sido alvo de críticas, sobretudo depois das desistências de médicos cubanos.

    Somente na semana passada, quatro médicos da ilha abandonaram o programa devido aos baixos salários repassados pela ditadura dos irmãos Castro. 

    Em uma tentativa de amenizar as críticas a uma das vitrines eleitorais da presidente Dilma Rousseff, o Palácio do Planalto tenta convencer o regime cubano a elevar o salário dos doutores de 400 dólares para 1.000 dólares, o equivalente a 2.400 reais.

    A situação dos médicos da ilha ganhou destaque após a desistência de Ramona Rodriguez, que fugiu de seu posto de trabalho em Pacajá, no Pará, e se abrigou na Câmara dos Deputados alegando ter sido enganada pelo governo cubano. 

    Publicado por jagostinho @ 16:08



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