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  • 18fev

    VEJA.COM

    O partido opositor venezuelano Voluntad Popular (VP), sigla de Leopoldo López, um dos líderes das manifestações contra o presidente Nicolás Maduro, denunciou na noite desta segunda-feira que uma de suas sedes foi invadida por militares ligados a setores de inteligência do Exército. 

    Em um vídeo (veja abaixo) divulgado na conta do VP no Twitter, é possível ver um grupo de homens uniformizados chegando à recepção da sede, que fica no bairro de Altamira, em Caracas, com armas em punho.

    Um dos supostos militares chuta uma porta para acessar outras salas da sede. Segundo um comunicado do partido, nenhum dos homens tinha identificação ou apresentou ordem judicial.

    Em sua conta no Twitter, o prefeito de El Hatillo, David Smolansky, um membro da sigla, afirmou que os invasores estavam procurando por Carlos Vecchio, um dos coordenadores do VP.

    Vecchio, que não estava no local, também denunciou a invasão em sua conta na rede social e disse que ela foi conduzida por membros da Direção de Inteligência Militar (DIM) e que houve registro de danos materiais na sede. 

    Protestos – Ao mesmo tempo em que o VP denunciava a invasão, mais um protesto foi registrado na capital Caracas, marcando o início da terceira semana de manifestaçõescontra Nicolás Maduro.

    Um grupo de estudantes universitários foi barrado pela polícia quando tentava realizar uma passeata em frente à sede da Comissão Nacional de Telecomunicações da Venezuela (Conatel), no centro da capital.

    O órgão, que é responsável por regulamentar o setor de telecomunicações no país, é acusado de censurar veículos que noticiam os protestos. 

    A marcha, que até o início da noite seguia pacífica, foi barrada pela polícia a uma quadra da sede do órgão. Segundo o jornal opositor El Universal, não foram registrados incidentes mais graves durante o protesto.

    Uma comissão de estudantes entregou para funcionários da instituição um documento com queixas sobre a censura imposta aos veículos de comunicação. 

    Opositor – A terça-feira deve ser palco de mais manifestações, desta vez com um maior potencial para incidentes. Leopoldo López anunciou que pretende liderar uma manifestação até a sede do Ministério das Relações Interiores, Justiça e Paz da Venezuela.

    É um gesto de desafio, já que López teve a prisão decretada na semana passada sob a acusação de instigar violência.

    O opositor declarou que ao se entregar pretende “mostrar a cara” e que “não tem nada a temer”, e disse ainda que o ministério se “converteu no símbolo da repressão, da perseguição, das torturas e das mentiras”.

    A reação do governo ao protesto deve ser dura: o prefeito de Libertador, um dos municípios que formam a grande Caracas e onde estão as sedes do governo federal, já avisou que os manifestantes não têm autorização para marchar.

    “Não vamos permitir que o ódio se instale na nossa cidade”, disse o prefeito, segundo declarações reproduzidas pelo jornal El Universal

    Publicado por jagostinho @ 18:53



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