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  • 07fev

    UCHO.INFO

    roseana_sarney_33Nada pode ser mais pífio do que o desgoverno de Roseana Sarney, que cada vez mais arruína o Maranhão, o mais miserável de todos os estados brasileiros.

    Na manhã desta quinta-feira (6), um novo motim tomou conta do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, após policiais impedirem a entrada de celulares durante revista a familiares dos presos, procedimento para liberação de visitas.

    Tão logo a notícia chegou aos detentos, um motim se formou em questão de minutos, sendo que o tumulto deixou alguns presos feridos, de acordo com nota distribuída pela Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap).

    A Sejap informou também que o movimento chegou à Central de Custódias de Presos de Justiça (CCPJ), mas os policiais agiram rapidamente e sufocaram o que poderia se transformar em um rastilho de pólvora dentro do presídio.

    Se por um lado é inaceitável a situação de descontrole que tomou conta do Palácio dos Leões, sede do Executivo maranhense, por outro é estranho o silêncio do governo federal em relação à grave situação do Maranhão.

    O estado vive um momento de tensão e incertezas, principalmente no âmbito da segurança pública, mas o Palácio do Planalto decidiu recuar diante da necessidade de Dilma Rousseff firmar alianças políticas com vistas à eleição presidencial de outubro próximo.

    A incompetente Roseana Sarney é filiada ao PMDB, partido no qual seu pai, o caudilho José Sarney, tem enorme ingerência, o que garante um convívio pacífico, porém espúrio, com Dilma e seus estafetas.

    Ao trio – Dilma, Sarney e Roseana – pouco importa a situação degradante e tensa que emana dos presídios do estado e assusta diuturnamente os maranhenses.

    Ultrapassa o inimaginável o fato de o governo federal se calar diante do caos que se instalou no Maranhão, apenas porque Dilma tem interesses políticos maiores.

    Em qualquer país minimamente sério e com autoridades responsáveis e cumpridoras da lei, Roseana Sarney já teria sido ejetada do cargo.

    É importante lembrar que no momento em que o Estado, como um todo, chama para si o direito de julgar e condenar o cidadão que transgride a lei, de igual modo assume o dever de recuperar o condenado.

    Quando o Estado deixa de cumprir suas obrigações e o detento morre pela incompetência do governante, que tem o dever de cumprir o que determina a legislação vigente, a morte de um presidiário deve redundar automaticamente em indenização à família do mesmo.

    As recentes mortes ocorridas no Complexo Penitenciário de Pedrinhas já deveriam estar recheando os respectivos processos contra o Estado do Maranhão, que nas mãos da “famiglia” Sarney foi transformado, ao longo de cinco décadas de despotismo explícito, em misto de capitania hereditária com terra sem lei.

    Publicado por jagostinho @ 14:45



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