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  • 17jan

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    Economist diz que o ano "não começou fácil para Dilma Rousseff"

    Economist diz que o ano “não começou fácil para Dilma Rousseff” (Fernando Bizerra JR./EFE)

    A revista britânica The Economist publicou nesta quinta-feira um texto dizendo que a inflação é “o fantasma do Brasil”.

    O texto distribui alfinetadas tanto na presidente Dilma Rousseff como no presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

    Segundo a revista, a alta dos preços pode ser crucial para transformar em fiasco o desempenho do PT nas eleições estaduais e legislativas.

    As críticas são construídas com base em indicadores recentes, como a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2013, o déficit recorde no fluxo cambial e a desvalorização do real frente ao dólar.

    A revista lembra que o IPCA ficou em 5,91% no ano passado, acima do esperado pelo mercado financeiro, e que Tombini rapidamente tentou usar a desvalorização do real frente ao dólar como uma explicação plausível para o cenário inflacionário.

    A alfinetada à presidente vem logo nas primeiras frases da reportagem, que diz que o ano “não começou bem para Dilma Rousseff”.

    Economist diz que o governo tem adotado as medidas possíveis para tentar conter os preços, mas que o IPCA, mesmo assim, preocupa. 

    “A presidente Dilma tem feito o que ela pode para manter os preços baixos”, diz a publicação. São citadas logo em seguida medidas como o congelamento dos preços das passagens, desoneração da cesta básica e a redução das tarifas de energia.

    A reportagem entrevistou o analista Tony Volpon, da Nomura Securities, que comentou o resultado do IPCA, mostrando que os preços administráveis subiram 1,5%, enquanto os preços livres tiveram alta de 7,3% em 2013.

    Segundo o analista, a discrepância é “insustentável”. Ele chama atenção para o controle de preços e diz que se o governo não deixar as estatais ajustarem suas tarifas, elas podem caminhar para a falência.

    Volpon comenta ainda que o governo não pode ajudar essas empresas controladas pelo estado “sem causar danos irreparáveis para as já frágeis contas públicas”. 

    Eleições — Ao comentar os custos da inflação, a revista diz que eles vão além da corrosão da renda das famílias, citando que o custo político também é elevado devido à memória do país da onda de hiperinflação dos anos 1990.

    Sobre o impacto da inflação nas eleições deste ano, a The Economist avalia que, mesmo que Dilma seja a candidata favorita, a alta dos preços pode arranhar as chances do PT nas eleições dos governos dos estados e no Congresso. 

    Publicado por jagostinho @ 14:31



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