Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 09jan

    FOLHA.COM

    LUISA BELCHIOR
    COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM MADRI

    Corrida, flexões de braço, postura corporal, expressão facial (sempre com cara de brava), táticas de fuga e até noções de costura.

    Não basta fazer topless para ser integrante do Femen, o grupo de ativistas conhecidas mundo afora por protestar sem camisa, com flores na cabeça e dizeres no corpo.

    Entrar para o movimento exige disciplina e esforço físico, como a Folha constatou ao participar do curso preparatório da filial espanhola da organização, em Madri.

    Durante um mês, a reportagem teve aulas práticas e teóricas, que incluíram a maneira correta de gritar, correr, resistir à polícia e mostrar os seios sem cair na armadilha da “sensualização” –pecado mortal para elas.

    Divulgação
    Protesto do Femen na Espanha; cartazes dizem "mulheres livres", "luta nua", "exército do Femen" e "exército nu"
    Protesto do Femen na Espanha; cartazes dizem “mulheres livres”, “luta nua”, “exército do Femen” e “exército nu”

     

    Além da repórter (que se identificou como tal), havia outras cinco alunas no programa, que é gratuito.

    O curso segue à risca o manual internacional do Femen, grupo fundado na Ucrânia há cinco anos para protestar contra a opressão às mulheres no país.

    Aos poucos, os protestos nada convencionais começaram a angariar a atenção do mundo, e o grupo abriu representações na Europa e na América.

    Seu quartel-general foi transferido para Paris, onde acontecem treinamentos anuais das ativistas de todo o mundo.

    Além de França, Ucrânia e Espanha, o Femen está presente na Alemanha, na Holanda, na Suécia, no Canadá, na Turquia e no México e se prepara para entrar no Reino Unido.

    No Brasil, o movimento ensaiou uma abertura no ano passado, mas a então líder no país foi desligada do grupo por “conflitos ideológicos”.

    Os protestos, sempre comunicados ao quartel-general, seguem as três principais premissas do grupo: exterminar todos os regimes ditatoriais, acabar totalmente com a prostituição no mundo e separar o Estado de qualquer religião.

    Publicado por jagostinho @ 18:56



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Uma resposta

WP_Cloudy

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.