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  • 28out

    FOLHA.COM

    ERUNDINA

    Escolhida pelo PSB e pela Rede Sustentabilidade para participar da abertura do encontro de hoje entre os dois partidos em São Paulo, a deputada socialista Luiza Erundina terá a missão de explicar a “inusitada” aliança entre o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e a ex-senadora Marina Silva.

    A ex-prefeita de São Paulo fará uma das cinco “falas inspiradoras” que darão início ao evento, em que 120 integrantes dos dois partidos vão começar a discutir um programa em conjunto.

    Mesmo com a aliança, ela acha que PSB e Rede manterão suas identidades distintas.

    “Marina veio se juntar ao PSB para construir um caminho comum às duas forças, mas cada uma delas mantendo identidades e compromissos. É algo inusitado, novo na nossa história política, e pode ser o diferencial no processo eleitoral”, diz Erundina.

    A filiação de Marina ao PSB e a consequente aliança com Campos, formalizadas no início de outubro, ainda não foram assimiladas por integrantes dos dois partidos.Fundadores da Rede chegaram a abandonar o projeto por considerar que a união ao PSB desviava o grupo da proposta de novas práticas políticas. Ao mesmo tempo, socialistas enfrentam resistência dos novos aliados para dar sequência a projetos em curso, como o apoio à reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB) em São Paulo.

    Bem vista por integrantes da Rede, Erundina foi uma das escolhidas para tentar aparar as arestas restantes.

    Ela tem respaldo dos militantes da Rede em São Paulo, que, críticos da aliança do PSB com os tucanos, defendem uma candidatura própria.

    A ex-deputada chegou a ser objeto de uma campanha interna da Rede para ser lançada candidata ao governo.

    Hoje, com a presença de Campos e de Marina, os partidos fazem a primeira reunião para estruturar o documento que deve servir de base para a candidatura presidencial do PSB em 2014.

    Partirão de um texto referência com três eixos: a preservação de conquistas dos governos FHC (PSDB) e Lula (PT) –a estabilidade econômica e a inclusão social–, a necessidade de novas práticas políticas e a promoção de um desenvolvimento sustentável.

    Os participantes serão divididos em grupos, que estabelecerão os cinco principais desafios para o Brasil.

    A ideia é que haja ao menos mais um encontro nesse formato até o fim deste ano. Erundina diz também que o grupo quer “levar o programa à sociedade, para que não seja algo só para a campanha”.

    Publicado por jagostinho @ 10:46



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