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  • 03ago

    BEM PARANÁ

    (foto: Divulgação)
    O Ministério Público do Paraná (MP-PR) arquivou a denúncia por tráfico de influência e venda de sentença contra o presidente do Tribunal de Justiça Estadual, desembargador Clayton Coutinho de Camargo.
     A informação foi divulgada nesta sexta-feira (2) pela Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar).

    O procurador responsável pelo inquérito, Arion Rolin Pereira, avaliou que o inquérito “fere não só a imagem pública e o direito individual” de Camargo, mas também “ofende, golpeia, a própria imagem do Poder Judiciário Paranaense”.

    O procurador ainda afirma que as declarações que atingiam atingiram o presidente do TJ-PR foram unilaterais e sem comprovação.

    O caso tramitou em segredo de justiça e, por isso, não é possível ter acesso à decisão. O único trecho que pode ser lido é o divulgado pela Amapar (leia abaixo).

    Camargo era investigado por venda de sentença em uma disputa judicial por guarda de crianças, e também era suspeito de agir para eleger o filho dele, o ex-deputado Fábio Camargo, para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR). Fábio Camargo tomou posse no dia 22 de julho.

    A associação também informou que, embora o inquérito contra Clayton Coutinho tenha sido arquivado, as investigações prosseguem em relação aos demais envolvidos.

    Confira abaixo o trecho da nota da Amepar que transcreve parte da decisão:

    Segundo o procurador que subscreveu a ordem de arquivamento, “a permanência do inquérito civil em relação a este [o Presidente do TJ] – que dada a relevância do cargo que ocupa acaba virando o foco principal da investigação – fere não só a imagem pública e o direito individual do Desembargador CLAYTON COUTINHO DE CAMARGO, em conflito e desrespeito ao princípio constitucional da presunção de inocência, mas também porque ofende, golpeia, a própria imagem do Poder Judiciário Paranaense, que cai em descrédito desnecessariamente em razão de uma investigação inversa a ordem dos fatos imputados e lastreada em declarações unilaterais e sem comprovação”, frisou o representante do Ministério Público, Arion Rolin Pereira, delegado para atuar nos autos.

    Publicado por jagostinho @ 14:38



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