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  • 01maio

    repassando6

    CELSO NASCIMENTO/GAZETA DO POVO

    Uma portaria baixada em 2012 pelo Ministério da Previdência tornou obrigatória a contratação de consultorias financeiras para orientar as aplicações dos fundos previdenciários mantidos pelos estados e municípios.

    Foi o que bastou para que o mercado de consultores se assanhasse para conquistar a maior fatia possível de clientes, nem que, para isso, se utilizem da influência de gabinetes políticos superiores.

    No Paraná, pelo menos 133 dos 399 municípios mantêm serviços de previdência para seus servidores. Somados, eles aplicam R$ 3,5 bilhões em títulos – isto é, em papeis oferecidos por bancos, oficiais ou privados, que lhes ofereçam a melhor remuneração.

    Acontece que nem sempre a melhor remuneração combina com a maior segurança. Consultorias sérias sabem distinguir entre uma situação e outra.

    Estão aí casos emblemáticos de aplicação de recursos previdenciários perdidos, por má orientação, em bancos duvidosos.

    Anos atrás, por exemplo, o fundo da Copel viu a evaporação de milhões de reais aplicados no falido banco Santos.

    Mais recentemente, outros fundos ficaram a ver navios com a falência do Cruzeiro do Sul.

    Pois bem: tudo isso para registrar reclamações que chegam de vários prefeitos e dirigentes de fundos municipais contra suposto assédio de que estariam sendo alvo para que contratem uma certa Plena Consultoria de Investimentos, com sede em São Paulo.

    Vários municípios do estado já têm contrato com esta empresa – Maringá, Cascavel e São José dos Pinhais, entre outros – e pagam à Plena quantias irrisórias (em alguns casos, apenas R$ 400,00 por mês) para receberem dela orientação sobre quanto e com quem aplicar seus fundos.

    Claro, não se pode afirmar que a empresa receba comissões das instituições financeiras que indica (o que seria ilegal), mas não se descarta essa possibilidade em razão da visivelmente insuficiente remuneração que cobram dos clientes.

    Prefeitos e dirigentes de fundos identificam com clareza o endereço de onde parte a pressão: Praça Nossa Senhora de Salete, s/n.

     

    Publicado por jagostinho @ 12:28



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