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  • 21abr

    RADAR ON-LINE/LAURO JARDIM/VEJA.COM

     

    Demora na escolha

    Cobrança do mais antigo

    Decano do STF, Celso de Mello reclamou, ontem, que a cadeira de Ayres Britto já completou cinco meses vazia. Diz Mello:

    – Demorar na escolha é salutar para se escolher bem, o problema é a demora excessiva, pois logo poderemos ter empates e não há voto de minerva em questões constitucionais.

     

    Lei mais dura

    Lutando pela tramitação

    Onyx Lorenzoni pediu ajuda a Henrique Eduardo Alves para desencavar uma PEC apresentada em 2007 que trata da redução da maioridade penal, para situações específicas.

    A proposta de Onyx refere-se somente a menores de idade responsáveis por homicídios, estupros ou sequestros.

    O projeto determina que, em casos como esses, a Justiça consulte uma comissão de especialistas (psicólogos, psicanalistas, médicos, assistentes sociais e etc).

    Se for atestado que o menor estava em perfeitas condições mentais quando cometeu o crime, aplica-se a emancipação do réu, que responderá às acusações e poderá ser condenado às penas previstas no Código Penal.

    A tramitação da matéria estava vinculada à de outra PEC, com tema semelhante. Henrique Alves prometeu desapensá-la para que entre na pauta da CCJ.

     

    Rindo à toa

    Respondendo a processos

    Depois de distribuir sorrisos e afagos no plenário da Câmara na semana passada, fazendo com que quem o visse nunca imaginasse que Gabriel Chalita está afogado em denúncias de toda a ordem, o deputado resolveu usar a mesma tática nas redes sociais.

    Veja se é possível pensar que quem postou uma foto rostinho colado com o cachorro está respondendo por corrupção e enriquecimento ilícito pelo período que foi secretário de Educação de São Paulo…

     

    Gerente explosivo

    Vale: acusações no MPF e na Justiça Trabalhista

    Um ex-gerente da Vale na gestão de Roger Agnelli chamado André Almeida fez perante a Justiça Trabalhista do Espírito Santo e o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, no mês passado, acusações pesadas contra a empresa da qual foi demitido no ano passado, depois de seis anos como funcionário.

    Almeida trabalhava no Serviço de Inteligência em Segurança Empresarial da Vale e afirmou à justiça e ao MPF que diretores da empresa mandavam grampear funcionários, obter contas telefônicas de jornalistas e infiltrar pessoas em movimentos sociais.

    Almeida se auto-incrimina e diz que ele próprio fez parte do trabalho sujo encomendado.

    André Almeida afirmou que pagava os infiltrados no MST, no Movimento Justiça nos Trilhos e participava da instalação de interceptações telefônicas para vigiar funcionários.

    Segundo ele, até um ex-diretor da empresa foi monitorado. Dados do extrato telefônico de uma jornalista do Valor Econômico foram obtidos em novembro de 2010.

    Outras ações clandestinas, disse Almeida, foram executadas por funcionários licenciados da Abin. À justiça e ao MPF, Almeida deu os nomes de dois diretores dos quais recebia instruções sobre quem espionar.

    A Vale sustenta que as acusações são infundadas e as atribui ao inconformismo de Almeida por ter sido “demitido por justa causa em função de, dentre outros motivos, ter usado o cartão de crédito corporativo de forma indevida”. 

    A empresa admite que contratou dois funcionários licenciados da Abin que trabalharam, respectivamente, por 1 e 3 anos na empresa.

    A Vale afirma que faz o monitoramento de movimentos como o MST e o Justiça nos Trilhos, mas sem infiltrar pessoas. Nega que teve acesso a imposto de renda e grampos de pessoas e diz que jamais teve acesso a contas telefônicas de jornalistas.

    No entanto, admite que na gestão Agnelli, fez vários funcionários abrirem mão de seu sigilo telefônico para descobrir quem havia falado com jornalistas que publicaram matérias sobre uma negociação em andamento.

     

     

    Publicado por jagostinho @ 11:43



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