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  • 23fev

    FOLHA.COM

    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso usou do bom humor para falar das recentes críticas do PT ao seufhc garças governo e disse que o ex-presidente Lula inaugurou uma “presidência-adjunta” por estar “tão ligado às coisas do governo” Dilma.

    Indagado sobre as críticas e comparações feitas em documento lançado nesta semana pelos 10 anos do PT no governo, FHC disse: “Estou grande demais para ler cartilha [em referência a documento divulgado pelo PT em comemoração aos dez anos no poder]”.

    Em seguida, FHC afirmou que “a relação do PT com meu governo é uma questão de psicanálise”. “Tem de tirar o pai [sua figura] da frente.”

    Para FHC, a presença constante de Lula e sua atuação junto ao governo é “institucionalmente” ruim.

    “Ele está tão ligado às coisas do governo que dá a impressão de ser presidente-adjunto. Não acho isso institucionalmente bom.”

    O ex-presidente criticou ainda as comparações com o governo do PSDB. “Infelizmente a tática tem sido sempre: ‘Nós somos bons; os outros, ruins.”’

    No caso da ética, uma das bandeiras históricas do PT, já se provocou o contrário, de acordo com o presidente. “Eles têm o mensalão na testa.”

    Segundo FHC, as comparações entre os governos dos dois partidos têm de levar em conta o “momento” histórico e “a conjuntura”.

    Para o tucano, o PT “tem a ilusão de achar” que o crescimento econômico depende da decisão do governo”, quando o determinante são “os ciclos do capitalismo”.

    O ex-presidente ressaltou que são necessárias “políticas corretas”, mas comparou as medidas atuais de estímulo à economia são como “um foguete, que levanta e cai”.

    Para FHC, o governo Lula abandonou a “modernização de portos e rodovias”. Agora, diz, a presidente Dilma tenta privatizar esses setores, mas não “da melhor maneira.” Deixou ainda, diz, a Petrobras e o setor elétrico em “situação difícil”.

    Sobre a corrida presidencial, o ex-presidente disse que “a tendência” é que o senador Aécio Neves seja o candidato do PSDB e que terá seu apoio. “O palanque moderno é a TV. Se ele pedir, eu vou [estar em seu programa].”

    FHC falou após seminário na Casa das Garças, instituição carioca que reúne economistas com tendência tida como liberal. O evento era homenagem aos 70 anos do ex-ministro Pedro Malan (Fazenda).



    Publicado por jagostinho @ 10:46



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