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  • 08fev

    FOLHA.COM

    A legenda que servirá de apoio a candidatura de Marina Silva em 2014 ainda não tem um nome definido, mas os futuros correligionários já decidiram que a agremiação vai abolir a palavra “partido”, substituindo-a pelo termo “rede”.

    O nome final, que pode ganhar um complemento, será definido até o dia 16 de fevereiro, quando um evento em Brasília marcará a fundação da sigla.

    “Está se consolidando alguma variação em torno da ideia de rede”, disse o ex-presidente do Ibama Bazileu Alves, que coordena a redação de minutas provisórias do manifesto, estatuto e programa do novo partido.

    O site que convoca os “marineiros” para o ato chama-se “RedePróPartido”. De acordo com Alves, cerca de 600 já se inscrevem para participar do evento.

    Zé Carlos Barretta – 22.jan.2013/Folhapress
    Marina Silva fala em encontro para discutir formação de novo partido político que aconteceu em janeiro
    Marina Silva fala em encontro para discutir formação de novo partido político que aconteceu em janeiro

     

    As discussões sobre o nome da legenda aconteceram em um fórum do site do Movimento por uma Nova Política, que reúne aliados da ex-senadora.

    Os apoiadores de Marina se autodenominam de “Sonháticos”.

    Inicialmente foram elencados cerca de 40 nomes como “Semear”, “GAIA”, “Plural”, “Partido da Terra” e “Brasil Vivo”. Agora, uma comissão analisa os nomes mais votados para bater o martelo.

    Uma corrente defende a inclusão do termo “eco” ao lado de “rede”.

    “Pelo duplo sentido que inclui ecologia e eco das aspirações da sociedade brasileira. Além disso, é fácil de assimilhar”, afirmou o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), que nesta semana anunciou que participará da fundação do partido.

    A sigla deverá contar inicialmente com cinco parlamentares.

    Para Sirkis, a palavra “verde” precisa ser vetada para que não haja associação com o PV, partido que Marina deixou em 2011.

    Em 2010, Marina ficou em terceiro lugar na eleição presidência com 19,6 milhões de votos.

    Segundo pesquisa Datafolha feita em dezembro, a ex-senadora aparece em segundo lugar na disputa de 2014.

    No levantamento, ela tem de 13% a 18% das intenções de voto, a depender dos adversários, e só perderia para a presidente Dilma Rousseff e para seu antecessor, Lula. A pesquisa deu um impulso para a criação do partido.

    Para conseguir disputar a eleição, Marina tem de reunir cerca de 500 mil assinaturas e conseguir a aprovação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até outubro.



    Publicado por jagostinho @ 15:02



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