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  • 14out

    RADAR ON-LINE/LAURO JARDIM/VEJA.COM

     

    Cofres abertos, olhos fechados

    Caso já está nas mãos de Marta

    O produtor cultural Henilton Menezes tinha pendentes prestações de contas de dois projetos com incentivo fiscal quando foi nomeado secretário de Fomento e Incentivo do Ministério da Cultura em 2010.

    Uma situação de potencial conflito de interesses.

    Mais ainda quando a prestação de contas de um dos projetos estava atolada de irregularidades. Entre outros problemas, o projeto foi parcialmente financiado pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB), onde Henilton trabalhava como gerente de cultura na ocasião. Isso é ilegal.

    Um parecer interno do Ministério da Cultura apontando a malandragem sumiu do processo. Coincidentemente, este sumiço deu-se quando Menezes já estava no ministério, em julho de 2011.

    Foi providenciado, então, outro parecer, assinado por um servidor nomeado pelo próprio Menezes. A nova análise, claro, avalizou as contas.

    Ana de Hollanda e, agora, Marta Suplicy souberam do caso, que já chegou ao Conselho de Ética da Presidência da República e à CGU. Por enquanto, nada foi feito.

     

    Obra com a marca da Delta

    O prédio do TJ e Cavendish: é só escarafunchar a Delta que as irregularidades aparecem

    A concorrência que escolheu a Delta para erguer um prédio do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro foi “direcionada” e “com indícios de fraude fiscal”.

    É o que revela um contundente relatório do CNJ. O contrato de 174,8 milhões de reais — assinado em 2010 pelo então presidente do TJ, Luiz Zveiter, e aditivado quatro vezes pelo sucessor, Manoel dos Santos — é questionado do início ao fim.

    O CNJ afirma que o TJ-RJ foi “tendencioso” ao exigir atestados extremamente específicos no edital. Pior: o edital nunca foi analisado pela área técnica do tribunal.

    Depois de vencer a concorrência, as facilidades da empresa de Fernando Cavendish cresceram ainda mais: mesmo sem qualquer acréscimo na obra, a Delta foi agraciada com aditivos superiores a 23% entre 2010 e 2012.

    Até o pagamento de impostos foram sonegados.

     

    2005 e 2012

    Suplicy: no PT o rancor continua

    Eduardo Suplicy chorou ao ler a carta da filha de José Genoíno, mas há petistas que não esquecem de outro momento em que lágrimas escorreram do rosto do senador.

    Em maio de 2005, Suplicy chorou ao ser um dos últimos parlamentares a assinar o requerimento de criação da CPI dos Correios – responsável por investigar o mensalão durante o governo Lula.

    Estas lágrimas o rancor de alguns petistas não esquecem.

     

     

    Malafaia versus Haddad

    O pastor Silas Malafaia acaba de gravar um vídeo para atacar de vez a candidatura de Fernando Haddad a prefeito de São Paulo.

    No programa, Malafaia ataca a recente acusação de Haddad sobre a “instrumentalização das religiões” que estaria sendo feita por José Serra na campanha. Até o julgamento do Mensalão é citado no vídeo.

    – Quando algum líder evangélico apoia vocês é opinião, quando é do outro lado é fundamentalista religioso. O povo não é otário não Haddad. Vocês que tentaram instrumentalizar políticos de outros partidos.

    Publicado por jagostinho @ 11:17



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