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  • 12out

    DO FACEBOOK DO MEU AMIGO CÉSAR TEIXEIRA

    Sobre pesquisas…

    …eleitor está aprendendo a dar o troco.

    No sábado, dia 06 de outubro, véspera da votação, eu estava em Paula Freitas-Pr, numa missa ucraniana (na igreja da foto) – minha mulher é descente desses eslavos e seus pais moram nessa cidade – para quem conhece o rito católico, devo dizer que é muito próximo, mas numa versão ampliada e melhorada. 

    Mas, o que realmente me chamou a atenção, foi o posicionamento do padre Dionísio Zaluski em relação às eleições. Direto, reto, curto e grosso. 

    Em dado momento, falou claramente sobre a venda de votos, sobre a troca do voto por cestas básicas: “ … se um candidato te oferecer 50, 100 reais pelo seu voto, se oferecer um cesta básica, pegue! Mas, vote no candidato adversário, pois se ele tentou te corromper, não merece estar no poder. E corrupção é quando você recebe para fazer a vontade de quem está pagando. Se você fizer exatamente o contrário, não é corrupção, é justiça”.

    Chegou até mesmo a falar sobre não votar em quem não tem compromissos com o lugar; “…quem é de outra cidade e mantém somente domicílio eleitoral no município não pode receber voto. Não fará nada pelo lugar, pois não tem compromisso com ninguém da terra. Só quer poder e dinheiro. Portanto não votem em forasteiros” chegou a afirmar o Padre Zaluski.

    Não que eu concorde com tudo o que disse o bravo padre Dionísio – aliás, uma figuraça de mais ou menos 70 anos, batina, meias e sandálias – mas apoio incondicionalmente esta espécie de “revanche” para com os políticos safados. 

    Na minha adolescência e um pouco da juventude, convivi com o PJ. Padre José (Gutz), um francês da escola liberal (progressista) que era pároco de Santa Cruz de Monte Castelo-Pr, onde passei boa parte, ou a parte boa da minha adolescência e juventude.

    PJ frequentava a nossa casa, assim como frequentava a casa de muita gente na cidade, pois primava por uma boa mesa, boa bebida (como de forma dos franceses), e tinha um papo legal com os jovens.

    Sem entrar no mérito religioso, ele conseguia ser realmente pastor das ovelhas do seu rebanho, orientando (nunca determinando) o que fazer diante de situações que nada tinham a ver com religião. 

    Entendi o recado. Agora, depois de muito, encontro outro padre que também faz as vezes de conselheiro à sua paróquia. Nossa!

    Se existissem mais PJs e mais Zaluskis, talvez e somente talvez, o eleitor não seria tão enganado.

    Mas, os políticos safados, tomariam cada vez mais “tombos” nas urnas.

    Publicado por jagostinho @ 12:52



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Sinor Disse:

    Se a igreja tivesse mais padres com essa personalidade o Brasil seria diferente. Mas não temos. Maioria dos padres fica em cima do muro e quer ficar de bem com todos. Pura hipocrisia que ensinam ao povo.

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