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  • 02out

    AGÊNCIA BRASIL

    Trezentos e um planos de saúde de 38 operadoras terão a comercialização suspensa no país por demora no agendamento de consultas e outros atendimentos.

    A suspensão da comercialização dos produtos vale a partir de sexta-feira (5) e irá perdurar até que as empresas se adequem à Resolução 259, que determina prazos máximos para a marcação de consultas, exames e cirurgias.

    ● CLIQUE AQUI PARA VER A RELAÇÃO DE PLANOS SUSPENSOS

    Esses planos tiveram os piores resultados após análise das reclamação de usuários a respeito da demora no atendimento médico em dois trimestres consecutivos. Clientes que já adquiriram os planos não devem ser afetados, segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

    Levantamento do órgão indica que, entre julho e setembro deste ano, foram registradas mais de 10 mil reclamações por parte de usuários de planos de saúde referentes ao não cumprimento dos prazos estabelecidos.

    Das 1.006 operadoras médico-hospitalares existentes no país, 241 receberam pelo menos uma queixa. Destas, 38 se encaixam na maior faixa de reprovação (nota 4), com indicador de reclamação 75% acima da média estipulada pela ANS.

    Dados mostram ainda que, do total de planos punidos este mês, 80 vão receber a primeira suspensão, enquanto 221 já tiveram a comercialização suspensa na última avaliação, realizada em julho deste ano.

    Apenas oito das 37 operadoras com planos suspensos em julho melhoraram os prazos de atendimento e estão autorizadas a voltar a comercialização dos produtos. Nove novas operadoras foram incluídas na lista de suspensões.

    Prazos e multas

    Segundo norma da ANS em vigor desde dezembro de 2011, o prazo limite para atendimento de uma consulta básica (pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia) é de sete dias, são 14 dias para consultas com outros especialistas e 21 dia para internações eletivas.

    De acordo com a legislação da ANS, as operadoras de planos de saúde que não cumprem os prazos máximos previstos estão sujeitas a multas de R$ 80 mil e de R$ 100 mil em casos de urgência e emergência.

    Em caso de reincidência de descumprimento, as empresas podem sofrer medidas administrativas, como a suspensão da comercialização de parte ou da totalidade dos planos, e ter decretado o regime especial de direção técnica, que prevê a possibilidade de afastamento dos dirigentes.

    Usuário não será prejudicado, diz ANS

    O diretor-presidente da ANS, Maurício Ceschin, lembrou que o beneficiário dos planos suspensos não terá o atendimento prejudicado.

    A estratégia da ANS, segundo ele, consiste em impedir as operadoras de vender os planos para novos segurados.

    “Os beneficiários que estão nesses planos continuam com atendimento sem nenhuma alteração, com seus direitos preservados”, reforçou.

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembrou que o período de suspensão imposto pela ANS permite que a operadora se organize e passe a garantir os prazos estabelecidos aos beneficiários.

    Para ele, trata-se de uma medida de proteção ao cidadão e uma estratégia pedagógica em relação às operadoras.

    “Pela primeira vez, se mexe nas regras de inclusão de novos planos, se mexe no bolso, na lucratividade”, disse. “A grande intenção do ministério em apoiar essa medida é criar um cultura e um ciclo permanente que garantirá o cumprimento de prazo a usuários de planos de saúde”, completou.

     

    Publicado por jagostinho @ 17:38



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Mazalotti Disse:

    Há necessidade em rever esse tipo de Assitência Médica. Numa simples análise, vê-se uma quantidade enorme de PLANOS. Sabe-se também que os médicos são mal pagos, por ex. numa consulta da Unimed-Curitiba, o MÉDICO recebe R$ 24,00 ( até setembro do corrente ano),e não recebem quando se trata de re-consulta e ainda não paga mais do que uma consulta ao mês. Independente do tipo de plano, se tem direito à acomodação individual ou não. Nos procedimentos cirúrgicos é um pouco diferente, que para os planos especiais ( pacientes que ocupam acomodações individuais), o profissional recebe o dobro, do que para um internado em enfermaria. Mas, não paga instrumentor(a). Exames complementares, são pagos razoavelmente , porém com os mesmos critérios. Acho que é gasto muito em PROPAGANDA, basta ver os cartazes em estádios de competições esportivas. Logo, não é o médico o responsável pelos reajustes abusivos. Mas de outras empresas intermediadoras, não sei. Mas devem ser semelhantes. Penso que estes são alguns dos aspectos, dessa complexa questão. Obs. Salvo raras exceções ( planos caríssimos ), os pacientes que têm UNIMED, julgam-a melhor que outras.

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