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  • 14set

    EFE

    Buenos Aires e outras cidades do interior da Argentina foram na noite desta quinta-feira cenário de grandes manifestações contra o governo, coincidindo com a polêmica sobre uma possível reforma constitucional que poderia abrir a porta para outra reeleição de Cristina Kirchner.

    Os “panelaços”, concentrações nas ruas e as manifestações em passeios públicos em diferentes pontos do país, foram fortes e, por sua magnitude, inéditos no segundo mandato de Cristina, iniciado em dezembro do ano passado após triunfar em outubro em um pleito onde obteve 54% dos votos.

    O protesto, que se desenvolveu sem incidentes, foi convocado pelas redes sociais e terminou com uma concentração em massa na Plaza de Mayo de Buenos Aires, em frente à sede do Executivo.

    Também houve concentrações ao pé do Obelisco e na cidade de Olivos, às portas da residência presidencial oficial, onde os protestos se estenderam por cerca de duas horas e meia.

    Além disso, houve manifestações em cidades como Mendoza, Rosário, La Plata, Córdoba, Santa Fé, Gualeguaychú e Bariloche, segundo imagens transmitidas pela televisão local.

    Estes protestos sucedem outros, muito menos maciços que os de hoje, realizados em junho, também com palavras de ordem contra as políticas do governo, como as restrições cambiais, e contra uma eventual reforma constitucional para Cristina tentar um terceiro mandato.

    Enquanto as manifestações se desenvolviam, Cristina presidia um ato na cidade de San Juan, onde em seu discurso fez uma forte defesa de seu governo.

    “Contra a corrente nacional do desânimo, do medo e do pessimismo, somos milhões de argentinos que acreditamos neste projeto nacional, popular e democrático”, afirmou a governante.

    Após defender sua gestão, Cristina assegurou que “houve horríveis governos que afundaram a Argentina em crise institucionais, sociais e culturais”.

    A presidente não confirmou nem desmentiu sua intenção de aspirar a um terceiro mandato em 2015, para o que seria necessária uma reforma constitucional, embora alguns membros do governo tenham cogitado essa possibilidade.

    Segundo uma enquete da empresa de consultoria privada Management & Fit divulgada há duas semanas, a imagem positiva de Cristina Kirchner caiu em julho até 30%, enquanto a negativa chegou a 39,3%. 

    Publicado por jagostinho @ 16:54



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