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  • 06set

    UOL NOTÍCIAS

    O novo corregedor do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), Francisco Falcão(foto), afirmou nesta quinta-feira (6), antes da sua posse, que pretende retirar as “maçãs podres” do Judiciário.

    “A maioria dos juízes é de pessoas boas, mas temos meia dúzia de vagabundos e esses precisamos tirar do Judiciário. As maçãs podres é que precisamos retirar”, afirmou o corregedor após uma breve coletiva de imprensa.

    Durante a conversa com jornalistas, Falcão disse que as maçãs pobres são os maus juízes, que não trabalham. Ele disse ainda que pretende atuar com “mão de ferro” e trabalhar em harmonia com as demais esferas do Judiciário.

    O novo corregedor disse ter perfil mais “mediador” que a sua antecessora, Eliana Calmon.

    “Pelo meu estilo, essa não será minha forma de trabalhar. Eu vou procurar trabalhar em harmonia com as instituições, com o Supremo. Evidentemente que essa harmonia e esse trabalho de parceira não tirará a independência do corregedor. Eu não temo a nada.”

    Calmon chegou a se envolver em polêmicas e até gerou uma rusga pública com o então presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Cezar Peluso, hoje aposentado, ao dizer que havia “bandidos de toga” no Judiciário.

    “Somos muito amigos, mas temos perfis diferentes”, disse Falcão, que é ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e terá mandato de dois anos à frente da Corregedoria.

    Despedida

    Ontem, ao apresentar um balanço dos dois anos em que esteve à frente da corregedoria do CNJ, Calmon cobrou mais empenho dos tribunais para investir na segurança de juízes e evitar, assim, mortes como a da juíza Patrícia Acioli, no Rio de Janeiro.

    Calmon afirmou que a falta de apoio dos tribunais abre espaço para o crime organizado e disse que no Rio de Janeiro há policiais ligados às milícias fazendo segurança dentro do tribunal.

    “O crime organizado não vai contra o juiz que tem o apoio total da cúpula do Poder Judiciário.”

    “Desde 2009, a inteligência da Polícia Federal já avisava que Acioli estava jurada de morte e estava para ser morta pelas milícias. (…) Era responsabilidade do tribunal zelar pela segurança dela”, afirmou Calmon, acrescentando que o efetivo no tribunal no Rio de Janeiro é de cem policiais.

    Publicado por jagostinho @ 14:16



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