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  • 05set

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    Foto:- Everson Bressan

    “A saúde é a maior preocupação da população de Curitiba, até mais do que a questão da segurança. Vivemos um verdadeiro apagão logístico na área. Ninguém está vendo os problemas do setor? E olha que o prefeito é médico e já foi secretário de Saúde. Estão armando uma bomba-relógio e o próximo governo receberá um passivo muito grande da atual gestão da prefeitura”, revelou o futuro prefeito da capital paranaense.

    “Para mudar completamente esta situação, vamos investir fortemente no atendimento básico, na valorização dos profissionais e na repactuação de parcerias com hospitais particulares e de universidades”, garantiu.

    “Precisamos de uma agenda positiva e uma revisão do modelo atual, com uma política clara para a área da saúde de Curitiba. Além da repactuação, é necessário rever a questão do alto custo do ISS para os hospitais particulares.

    A capital paranaense agrega o maior custo fiscal na rede privada do país”, disse Luís Rodrigo Milano, presidente da Fehospar – Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado do Paraná.

    Os representantes das entidades da área médica confirmaram que os postos de atendimento de Curitiba estão virando consultórios, pois a prefeitura não dá conta do atendimento básico. Dessa forma, não conseguem responder mais do que 10% dos casos de real urgência.

    Quem não consegue atendimento nos postos 24 horas acaba indo procurar ajuda nos hospitais que, por sua vez, estão totalmente lotados.

    “O problema é crônico e quem mais sofre é a população, pois ninguém consegue ser atendido”, revelou Milano.

    Fruet assegurou que vai aumentar o número de atendentes domiciliares e do programa saúde da família, além dos agentes comunitários.

    “Em quatro anos de gestão, nossa meta é ter mais de 50% da população com cobertura de atendimento básico e preventivo na saúde”, confirmou ele, garantindo, também, a transformação do Hospital do Bairro Novo no Hospital da Mulher, a construção de um hospital na zona norte da cidade e a conclusão do Hospital do Idoso.

    Milano lembrou, ainda, que 3 mil inscrições médicas no ISS serão cassadas em breve, pois os profissionais não estão conseguindo arcar com os custos do imposto.

    “O número de médicos vai diminuir e muitos consultórios e hospitais particulares vão fechar, agravando ainda mais a situação atual”, confirmou.

    “Vamos analisar seriamente esta questão do ISS em nossa gestão, para tentar aliviar os gastos do setor”, garantiu o candidato da Coligação “Curitiba Quer Mais”.

    Ao final do encontro, Fruet sugeriu aos representantes das entidades médicas a criação de um documento com uma pauta mínima de compromissos de gestão do setor para o próximo prefeito da capital paranaense.

    “O diálogo com as entidades representativas será fundamental em nossa gestão. Vamos ouvir toda a sociedade para buscar as melhores soluções para Curitiba”, concluiu

    Publicado por jagostinho @ 18:24



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