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  • 31jul

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    O Ministério Público do Paraná (MP-PR) precisa desencadear uma série de ações para conter o avanço do “cracolândia” na Rua XV de Novembro.

    A avaliação é do candidato a prefeito de Curitiba pelo PMDB, Rafael Greca, convocando o órgão para investigar as razões para o aumento do número de viciados em crack e o problema da drogradização na principal via do centro da capital.

    Segundo Greca, o MP-PR precisa mudar seu foco de ação e não se ocupar com investigações sobre a apresentação das crianças no Coral de Natal, no Palácio Avenida.

    “A pergunta que precisa ser feita é sobre a necessária investigação do aumento de viciados de crack dormindo na mesma Rua XV, na Biblioteca Pública?”, disparou Greca.

    E completou: “Queremos também saber se estão investigando a ocupação do vão da escada da Rodoferroviária de Curitiba por uma família de indígenas desvalidos?”.

    “Cracolândia”

    Segundo Greca, o Ministério Público não observou as centenas de jovens, em situação de risco, que vivem na “cracolândia” (locais onde viciados se juntam para consumidor o entorpecente),  ao longo da marquise do HSBC, onde a avenida Marechal Floriano encontra a Rua XV de Novembro.

    “Tampouco aqueles que jazem nas varandas da Biblioteca Pública, onde a (avenida) Cândido Lopes encontra a (Alameda) Muricy e a (Rua) Ermelino de Leão. São mais de 60 excluídos, moças, rapazes e criança”, alertou o candidato peemedebista.  

    Investigação incoerente

    Para Rafael Greca, o Ministério Público está muito incomodado “com o que chama de trabalho infantil das crianças que integram, há 21 anos, o belo espetáculo de Natal nas janelas do Palácio Avenida”.

    A notícia da investigação promovida pelo órgão (MP-PR) contra o Coral Infantil de Natal do HSBC, publicada na imprensa, provocou a indignação de muitas pessoas, inconformadas com o descaso relativo às crianças em situação de risco e a vontade de investigar o que não é necessário, de forma incoerente.

    História

    O Coral de Natal de Curitiba foi criado no Natal de 1991 pelas irmãs Maria Cristina, Lucinha e Glorinha Andrade Vieira, que sensibilizaram os seus outros irmãos, então dirigentes do Bamerindus.

    O espetáculo foi lançado pela Fundação Cultural de Curitiba, quando Rafael Greca coordenava a comissão preparatória dos 300 anos da cidade, a pedido do então prefeito Jaime Lerner.



    Publicado por jagostinho @ 15:14



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