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Uma resposta

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  • Valmor Stédile Disse:

    A respeito da tentativa de golpe em Londrina, que o deputado Luiz Eduardo Cheida chama de “crise”, o jornalista Celso Nascimento comentou o seguinte em sua coluna da Gazeta do Povo: A defesa do prefeito de Londrina Barbosa Neto (PDT) afirma que os vereadores da cidade queriam fazer com o pedetista mais ou menos o que o parlamento paraguaio fez com o presidente Lugo – tirá-lo da cadeira com argumentos contra os quais o alcaide não tivesse defesa e por meio de um processo que esperavam tão rápido quanto o do país vizinho. Na última quinta-feira, Barbosa prestou depoimento à comissão processante dos vereadores londrinenses. Ele é acusado de pagar com recursos da prefeitura dois vigilantes que, teoricamente, prestavam serviços de guarda na emissora de rádio da família do prefeito. O advogado Rodrigo Sanchez, que atua na defesa de Barbosa Neto, sustenta que na verdade o que ocorreu foi uma artimanha da empresa de vigilância Centronic. Segundo ele, a empresa enfiava na fatura contra a prefeitura nomes estranhos ao seu quadro de vigilantes ou que nem sequer trabalhavam em Londrina, sem o conhecimento do prefeito. A Centronic já havia sido considerada inidônea pela prefeitura de Curitiba por motivos semelhantes e teve o mesmo destino em Londrina por ato de Barbosa 11 meses após sua posse. Segundo a defesa, como o contrato de prestação de serviços da Centronic com a prefeitura foi firmado em 2006, é possível que irregularidades do tipo viessem ocorrendo desde a gestão anterior à de Barbosa Neto, eleito em 2009. Segundo Sanchez, os vigias que cuidavam da rádio também tiveram seus nomes indevidamente incluídos na fatura contra a prefeitura. Com o detalhe, porém, de que a emissora fazia pagamentos à Centronic em separado e de acordo com contratos de publicidade privados entre as duas partes, ressalta Sanchez.

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