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  • 25jun

    EFE

    O novo chanceler do Paraguai, José Fernández, rejeitou neste domingo a ideia de que seu país possa sofrer sanções internacionais.

    Em paralelo, o novo presidente, Federico Franco, pediu que não se castigue “6,2 milhões de pessoas” (a população estimada de sua nação).

    Em declarações ao jornal argentino Clarín, o novo mandatário paraguaio procurou responder aos questionamentos da colega argentina Cristina Kirchner, que apontou o julgamento político ocorrido nesta semana como um “golpe de Estado”.

    Além de Kirchner, outros líderes sul-americanos também fizeram críticas à celeridade do processo, que em menos de 48 horas abriu um julgamento de impeachment, ouviu a defesa, destituiu o presidente eleito Fernando Lugo e empossou o vice.

    “Quero que a presidente, a querida doutora Cristina, tenha a certeza e a segurança, primeiro, que eu não aceitaria [o cargo] nem um só instante se fosse um golpe; e em segundo lugar, que esta transição foi feita através de um procedimento constitucional e legal”, disse Franco.

    Jorge Adorno/Reuters
    O novo presidente paraguaio Federico Franco chega ao palácio presidencial no sábado
    O novo presidente paraguaio Federico Franco chega ao palácio presidencial no sábado

     

    Sobre a possível expulsão do Paraguai do Mercosul e da Unasul (bloco dos países da América do Sul), como represália à destituição de Lugo, Franco respondeu: “pode se punir uma pessoa, mas não é justo punir 6,2 milhões e o país mais pobre da região.

    Franco, no entanto, declarou que não deveria participar da próxima reunião de cúpula do Mercosul, marcada para a próxima sexta-feira, na Argentina.

    Em seu lugar irá o novo ministro das Relações Exteriores, José Fernández.

    O novo chanceler paraguaio descartou hoje a possibilidade do país sofrer sanções dos países vizinhos, durante conversa com jornalistas da imprensa internacional na capital Assunção.

    “Estamos conversando com os países vizinhos, que têm de entender que o Paraguai não pode ser punido porque não violou nenhuma lei internacional”, insistiu.

    Publicado por jagostinho @ 09:38



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