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  • 18jun

    REUTERS

    Líderes das vinte principais economias do mundo –incluindo a presidente Dilma Rousseff– viajam ao México para a cúpula do G20, que acontece na cidade de Los Cabos, nesta segunda (18) e terça-feira (19).

    A crise da dívida na zona do euro deve dominar as discussões.

    A reunião será logo após a eleição da Grécia neste domingo, evento que pode determinar se o país continua ou não na zona do euro.

    O governo brasileiro deve defender o estímulo ao crescimento, e não a austeridade, como a resposta mais adequada à crise global.

    Esse debate tem ganhado corpo na própria Europa, devendo ocorrer o mesmo no G20. A resistência mais forte deve vir da Alemanha.

    A concentração de esforços dos países europeus em medidas de consolidação fiscal tem minado a própria austeridade, ao deprimir ainda mais as economias que já estavam em dificuldades, disse uma fonte do governo brasileiro que acompanha de perto as negociações do G20.

    Brics dão dinheiro ao FMI e querem mais espaço

    Outro assunto que deve estar na pauta é o progresso feito no levantamento de novos recursos para o Fundo Monetário Internacional (FMI).

    Em abril, os países do G20 concordaram em reforçar o caixa do Fundo em US$ 430 bilhões, para ampliar a muralha anticrise da instituição multilateral.

    O porta-voz do FMI Gerry Rice negou que haja retrocessos ou atrasos de alguns doadores para atingir as promessas.

    Os países dos Brics –Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul– pleiteiam, em troca dos recursos, maior participação no comando do FMI.

    Os emergentes encontram forte resistência dos países que podem perder espaço nas decisões do FMI e do Banco Mundial.

    Na segunda-feira (18), antes da reunião do G20, Dilma deve se reunir com os outros líderes dos Brics para discutir detalhes desse empréstimo, e é possível que seja definido o valor que cada país vai aportar ao FMI.

    No caso do Brasil, a quantia de US$ 10 bilhões –a mesma do aporte feito pelo país em 2009– é um ponto de partida, mas nada está decidido por enquanto.

    Dilma terá reunião com premiê espanhol

    O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, terá uma reunião bilateral com a presidente Dilma em paralelo à cúpula do G20.

    Em sua primeira presença numa reunião do bloco, Rajoy também terá encontros bilaterais com os chefes de Estado da China, Hu Jintao, e da Rússia, Vladimir Putin.

    O chefe de governo espanhol estará no México acompanhado do ministro de Economia espanhol, Luis de Guindos.

    Publicado por jagostinho @ 15:19



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