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  • 13jun

    GAZETA DO POVO

    Para irritar o presidente do Atlético, Mario Celso Petraglia, basta mencionar as palavras calote, Copa e Arena na mesma frase.

    Ontem, durante a segunda visita do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, às obras do estádio atleticano, o dirigente claramente não gostou de responder a questionamentos sobre a participação do clube na engenharia financeira da reforma.

    O mandatário reiterou que o Rubro-Negro cumprirá sua parte no acordo do Mundial – R$ 61,6 milhões, mesma quantia a ser bancada pelas duas outras partes (estado e prefeitura) – e bradou contra a possibilidade de não pagamento.

    “Não há o menor risco, a me­­nor preocupação”, garantiu Petraglia, que se elegeu presidente no fim do ano pas­­sado com a realização do Mundial “em casa” como uma de suas principais plataformas de campanha.

    A afirmação está baseada na grande possibilidade de valorização das 257.143 cotas de potencial construtivo recebidas do município.

    Se houver alta no título virtual, o clube pode até nem precisar desembolsar mais nada para quitar a parcela devida de R$ 46,2 milhões pelo empréstimo da Agência de Fomento – os R$ 15,4 milhões restantes já foram investidos pelo Atlético na reforma.

    Atualmente, cada cota do potencial construtivo está avaliada em R$ 500 pela secretaria de urbanismo. Em novembro de 2010, o valor era 30% menor (R$ 350).

    “[Potencial construtivo] é um líquido que o mercado está ávido por comprar. Acredito que a valorização não seja no mesmo ritmo do mercado imobiliário de Curitiba, mas continuará crescendo muito além da inflação”, garantiu o dirigente.

    “Mas, com certeza, não há preocupação de calote. Não há preocupação de que não sejam honrados os financiamentos de que estamos falando”, continuou.

    Se os títulos não valorizarem, o CT do Caju é a garantia de pagamento por parte do Atlético.

    Mesmo assim, o prazo para a comercialização do potencial construtivo é de generosos 15 anos, tempo mais do que suficiente para a venda de todos os papéis cedidos pela prefeitura de Curitiba.

    “Não vejo nenhum obstáculo, nenhuma barreira legal ou de qualquer outra natureza que crie a ideia de que teremos dificuldades na realização das obras complementares do estádio”, comentou Rebelo, que repetiu incansavelmente um discurso de otimismo.

    “Tirando os estádios da Copa das Confederações, há grandes chances de o estádio do Atlético ser um dos primeiros a ser entregue”, emendou o ministro.

    Durante a inspeção da Are­­na da Baixada, que contou até com “testes” em diversos modelos de cadeiras que podem vir a ser instala­­das na Arena, também foram anunciadas mudanças no projeto da praça esportiva. A cobertura do estádio será retrátil e cobrirá todo o campo.

    Por outro lado, a entrega do novo Joaquim Américo, inicialmente prevista para março de 2013, vai atrasar. Jogo de futebol no local, só a partir de junho do ano que vem.

    Publicado por jagostinho @ 10:44



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