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  • 08jun

    AGÊNCIA ESTADO

    Marta: preterida por Haddad, petista boicotou lançamento (foto: Pablo Valadares/ Agência Senado)

     

    O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, declarou nesta quinta-feira durante uma visita à capital argentina que a ex-prefeita paulistana Marta Suplicy “é uma companheira histórica do Partido dos Trabalhadores” e que “estará na campanha do Fernando Haddad”.

    O ministro afirmou em tom confiante: “não tinha dúvidas disso.”

    Cardozo, em declarações aos correspondentes brasileiros em Buenos Aires, preferiu não comentar os motivos que levaram Marta Suplicy a adiar sua participação na campanha para agosto, quando começa a propaganda eleitoral de rádio e TV.

    “Não sei o que aconteceu… Não sei se houve problemas pessoais. Não vou entrar em detalhes, porque não sei. Mas a Marta estará na campanha. Ela tem uma presença muito forte na cidade.”

    Além disso, segundo o ministro, Marta “é uma petista incorporada à vida do partido”.

    Cardozo participou da reunião de cúpula de ministros da Justiça e da Segurança do Mercosul e estados associados.

    Os ministros discutiram em Buenos Aires o combate ao narcotráfico e o tráfico de pessoas, além de formas de acelerar o acesso da população à Justiça nos países da região.

    O ministro disse que também participará da campanha: “participarei, seguramente. Será uma campanha forte. Não posso participar durante a semana. Mas, nos fins de semana quero estar, dedicando-me muito à campanha dele.”

    Cardozo sustentou que era muito cedo para fazer previsões eleitorais sobre uma eventual vitória do candidato petista à prefeitura de São Paulo.

    “É cedo para elaborar previsões. Acho que nós podemos vencer. Quando, se no primeiro ou segundo turno? A vida dirá.”

    O ministro não descartou participar de campanhas em outras cidades.

    “Isso é coisa que varia de ministro para ministro. Eu fui secretário-geral do PT. Então, além de participar em São Paulo, nos fins de semana, desde que seja solicitado, eu irei a outras cidades fazer campanha.

    Mensalão — Cardozo preferiu não fazer comentários sobre a discussão do “mensalão” no Supremo Tribunal Federal: “eu não posso tecer considerações a respeito, porque seria, de minha parte, muito impróprio, uma vez que afeta outro poder”, alegou.

    Publicado por jagostinho @ 16:57



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