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  • 26abr

    UOL NOTÍCIAS

    Nem mesmo um rim foi capaz de salvar o emprego da norte-americana Debbie Stevens, de 47 anos.
    Ela, que trabalhava na Atlantic Automotive Group, uma empresa bilionária do setor automotivo em Nova York, doou o órgão para a chefe, Jackie Brucia, mas acabou sendo demitida pouco tempo depois.

    “Eu decidi me tornar uma doadora para a minha chefe e ela destruiu o meu coração. Eu não queria que ela morresse. Senti como se estivesse dando à ela a vida de volta”, afirmou Debbie, em entrevista ao jornal NY Post.

    Debbie enviou uma reclamação formal na última sexta-feira (20) à Comissão de Direitos Humanos do Estado de Nova York, afirmando que a chefe a usou para garantir a doação e depois a demitiu.

    “Ela começou a me tratar muito mal, de forma desumana depois da cirurgia. É como se ela tivesse me contratado apenas para pegar meu rim”, afirmou a mulher para o site ABC News.

    Reprodução/Facebook

    Jackie Brucia (na foto acima) é acusada de ter demitido a funcionária logo após a doação do rim

    Em junho de 2010, Debbie deixou a empresa e se mudou para Flórida. Em setembro, ela retornou para Nova York e decidiu fazer uma visita ao ex-trabalho.
    Em conversa com Jackie, descobriu que sua ex-chefe estava tendo dificuldades para encontrar um doador de rim.

    “Ela disse que tinha um possível doador, um amigo ou algo assim. Mas eu disse que se algo acontecesse eu poderia doar o órgão para ela”, afirmou Debbie.

    Meses depois, a mulher voltou a morar em Nova York e Jackie aceitou contratá-la de volta.

    Após dois meses, em janeiro deste ano, a chefe de Debbie afirmou que o rim havia sido rejeitado e, dessa forma, ela precisaria de outra doação.

    Como o órgão de Debbie também não era compatível com o da chefe, a mulher fez a doação para outro pessoa. Dessa forma, Jackie foi a próxima na lista de transplantes.

    Jackie recebeu o órgão de um doador de São Francisco, na Califórnia, e as duas passaram a se recuperar das cirurgias.

    Debbie relata que teria, inclusive, retornado antes do previsto para o trabalho, mesmo sentindo certas dores causadas pela cirurgia.

    Demissão 

    Quando retornou ao escritório, no entanto, Jackie passou a atormentar a funcionária, segundo relata o NY Post.

    Doente, Debbie ficou ausente do trabalho por três dias e quanto retornou foi demitida pessoalmente pela chefe.

    “Você não pode vir e sair quando quiser. As pessoas vão pensar que você está recebendo tratamento especial”, teria dito Jackie, segundo declaração de Debbie à imprensa local.

    Em entrevista à rádio 1010 WINS-AM, Jackie se defendeu e afirmou que sempre será grata à mulher pelo rim doado.

    “Eu não tenho nada ruim para falar dela. Sempre serei grata, ela fez algo muito bom para mim”, afirmou.

    Hoje, Debbie processa a empresa e alega que Jackie costumava humilhá-la publicamente quando percebia supostos erros da funcionária.



    Publicado por jagostinho @ 19:12



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