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  • 11abr

    BEM PARANÁ/IVAN SANTOS

    Derosso: MP aponta ligações entre Câmara e “Bibinho” (foto: Franklin de Freitas)

     

    O Ministério Público entrou ontem com nova ação contra o ex-presidente da Câmara Municipal de Curitiba, vereador João Cláudio Derosso (PSDB), pedindo a condenação do tucano por improbidade administrativa, por conta da contratação de funcionários “fantasmas” no Legislativo da Capital.

    Na ação, a promotoria pede a devolução de R$ 2,5 milhões que teriam sido pagos indevidamente a servidores comissionados que não trabalhavam e o bloqueio dos bens dos envolvidos.

    O MP acusa ainda o ex-vereador Ehden Abib e o João Leal de Matos, que mantinha cargo comissionado na Assembleia Legislativa e na Câmara simultaneamente.

    De acordo com os promotores, as investigações revelaram acúmulo de cargos públicos de servidores da Assembleia e da Câmara.

    Segundo a ação, João Maria Vosilk, Suzana Schriepietcz Rodrigues Pires, Wilson Schabatura e Iara Rosane da Silva Matos, que é esposa de João Leal de Matos, tinham seus nomes utilizados para ocupar cargos no Parlamento, mas nunca teriam trabalhado no Legislativo.

    Já João Leal de Matos, além ocupar cargo efetivo da Assembleia, foi nomeado para funções comissionadas de Consultor das Comissões Permanentes na Câmara e de assistente parlamentar, no gabinete do ex-vereador Ehden Abib. O ex-vereador é irmão de Abib Miguel, o Bibinho, ex-diretor-geral da Assembleia que é acusado de comandar um esquema de desvio de salários do Legislativo estadual e está preso.

    “Trata-se de pessoa ligada a Abib Miguel. Era um serviçal deste, inclusive tendo indicado o nome de vários de seus familiares para serem ‘funcionários fantasmas’ da Assembleia Legislativa do Paraná, possibilitando o desvio de milhões de reais dos cofres públicos, conforme ação judicial pela prática de ato de improbidade administrativa já proposta”, aponta o promotor Paulo Ovídio.

    Derosso renunciou à presidência da Câmara no mês passado, depois de ser acusado de irregularidades em gastos com publicidade da Casa.

    Ele é acusado de ter contratado a Oficina da Notícia, de propriedade da jornalista Cláudia Queiroz, sua atual esposa, para serviços de publicidade no valor de R$ 5,1 milhões, entre 2006 e 2011.

    Na época da licitação, a jornalista ocupava cargo comissionado na Câmara. O vereador já responde outra ação na Justiça do MP, que pede o bloqueio de seus bens no valor de R$ 6 milhões, por conta dessas acusações.



    Publicado por jagostinho @ 13:10



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