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  • 02abr

    GAZETA DO POVO/CHICO MARÉS

    Gleisi, em solenidade ao lado do governador Beto Richa e da presidente Dilma

    Principal meta da gestão da presidente da República Dilma Rousseff (PT), a erradicação da pobreza foi um dos temas abordados na reunião entre a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), e o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), na última semana.

    A ministra pediu ao governador ajuda para complementar o Bolsa Família no Paraná, como forma de erradicar a pobreza extrema no estado – que hoje atinge 2,95% da população. Ainda não há um formato ou um prazo definido para a ajuda.

    Segundo o governo do es­­tado, Richa já se reuniu com as secretarias envolvidas para discutir o assunto. O governador deve se reunir, também, com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Cam­­pello, no dia 21 de abril, para estudar maneiras de desenvolver essa parceria entre os dois governos.

    De acordo com Gleisi, o governo federal não tem conversado apenas com o Paraná, mas com todas as unidades da federação. A ideia é que os estados complementem o Bolsa Família.

    Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Sergipe e Bahia, entre outros estados, também já iniciaram conversas com a União. A ministra afirma que a ideia é erradicar a miséria do país até o fim do mandato, em 2014.

    O número absoluto de pessoas em situação de pobreza extrema, ou seja, que vivem com menos de R$ 70 por mês, no Paraná assusta: são 306 mil pessoas.

    Entretanto, se comparado com o resto do país, o número está entre os mais baixos: apenas 2,95% da população do estado está na miséria, enquanto a média do país é de 8,5%.

    Em estados como o Maranhão, esse índice chega a 25%. Para Gleisi, como o número de miseráveis do Paraná é menor, com a ajuda do governo do estado, é possível zerar esse número até meados de 2013.

    Família Paranaense

    No mês passado, o governo do estado deu largada ao projeto Família Paranaense, desenvolvido nos moldes do Família Curitibana.

    A iniciativa, que será gerida pela Secretaria da Família e do Desenvolvimento Social (Seds) e envolve outras 16 secretarias, prevê ações de acompanhamento social, educação profissionalizante, habitação e saúde, entre outras coisas, para as populações mais carentes do estado.

    O governo do estado elaborou uma lista de 30 municípios prioritários para o início do projeto.

    Serão investidos R$ 178 mi­­lhões, sendo que R$ 100 mi­­lhões dependem da liberação de empréstimos do Ban­­co Interamericano de De­­sen­­volvimento (BID) – assunto central da reunião entre Richa e Gleisi.

    As famílias cadastradas poderão permanecer no programa por dois anos.

    No Família Paranaense, não está prevista a transfe­­rência direta de renda. Haverá apenas distribuição de comida e de produtos de limpeza para as famílias cadastrada, no valor de R$ 50 por pessoa.

    Logo, o funcionamento é bastante diferente do Bolsa Família. “Não vamos sobrepor o nosso programa ao Bol­­sa Família. A ideia é que o Família Paranaense apoie o programa federal, buscando atender a população carente do estado”, afirma Richa.



    Publicado por jagostinho @ 09:24



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