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  • 01abr

    ASSESSORIA DE IMPRENSA-PT/JORNALISTA THEA TAVARES

                                                                                                              

    Reunidas no último sábado no bairro do Pinheirinho, as corrente que compõem o chamado campo majoritário do Partido dos Trabalhadores (PT) de Curitiba decidiram em plenária defender uma aliança vencedora na disputa à prefeitura da Capital este ano.

    Construindo um Novo Brasil (CNB), Movimento PT e Mais PT estão animadas e querem estabelecer uma política de alianças que seja pautada em um projeto municipal includente, que faça a distribuição de renda e de oportunidades entre a população e, até por isso, opositor ao do grupo que governa Curitiba há três décadas.

    O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, os deputados federais Ângelo Vanhoni e André Vargas, o deputado estadual Toninho Wandscheer, o prefeito de Pinhais, Luizão Goulart, os vereadores de Curitiba, Pedro Paulo Costa e Jonny Stica, o presidente da CUT-PR, Roni Barbosa, e a presidenta do diretório municipal do partido, Roseli Isidoro, todos expressões do campo majoritário, foram unânimes em argumentar que o momento é favorável para se construir a vitória e fortalecer a legenda diante do eleitorado curitibano, que sente a necessidade de renovação.

    “Tenho plena convicção de que, ajudando a administrar esta cidade, vamos mudar essa forma de governar de costas para o povo que se instalou em Curitiba há cerca de 30 anos”, disse Roseli.

    “A aliança que defendemos é uma união de forças que incomoda. Estamos diante de um momento histórico para o PT de Curitiba e temos chances reais de crescimento e de sairmos fortalecidos com a política de alianças”, disse Stica, que é líder da bancada de oposição na Câmara Municipal.

    Pedro Paulo, por sua vez, aponta a falta de políticas sociais e estruturais de fundo como agravante do quadro de desigualdades e da escalada da violência.

    “Podemos fazer uma verdadeira revolução no combate à drogadição, pois temos meios, experiências e contamos com o suporte dos programas do governo federal”, disse Pedro Paulo.

    “A população precisa que a gente assuma esse compromisso. Estamos mudando o Brasil, em parceria com os partidos aliados do nosso governo, e Curitiba precisa fazer parte dessa transformação”, completou.

    O deputado federal André Vargas, que defende uma composição forte com o candidato do PDT, Gustavo Fruet, falou do embate que se desenha para as eleições municipais deste ano: “a aliança com o PDT de Gustavo Fruet nos torna mais competitivos para enfrentar a ‘máquina de moer gente’”.

    O deputado Vanhoni, que disputou as eleições de Curitiba como o candidato majoritário por duas vezes, chamou os petistas à responsabilidade não só para com a defesa do projeto nacional do partido, mas especialmente para com a melhoria de vida do povo curitibano, carente de poder de decisão e de políticas inclusivas.

    “Vamos abrir mão de colocar em prática um projeto de governo que invista nos bairros e que dialogue com os movimentos sociais? Um projeto que não tem compromisso com o grupo que governa a cidade há décadas e que quer administrar Curitiba sintonizado com as diretrizes do governo da presidenta Dilma? Não podemos abrir mão disso. O PDT é um partido parceiro da construção desse novo Brasil”, ponderou.

    Vanhoni também se preocupa com a reunificação das forças internas do PT. “Vamos reconstruir a unidade entre nós e seguir em frente. O PT é assim. Por isso é que Lula governou oito anos, que Dilma é hoje presidente, Gustavo vai ser prefeito e Gleisi será governadora!”, disse Vanhoni.

    Uma aliança para mudar Curitiba

    O ministro Paulo Bernardo explanou sobre as conquistas do povo brasileiro nos últimos nove anos e sobre o saldo positivo da política externa dos governos Lula e Dilma; pontuou as principais pastas da União que são coordenadas por lideranças do partido e os programas e ações, bem como seus resultados, que estão sob o comando do PT no governo federal.

    “É sobre esse quadro que temos de pensar quando estamos reunidos aqui, traçando planos e fazendo avaliações”, argumentou.

    Por volta das 20h40 de sábado, um grupo de militantes do campo majoritário do PT de Curitiba registrou a chapa “Uma aliança para mudar Curitiba com você”, composta por 1.283 membros.

    “Em 2012 nosso objetivo estratégico é colocar Curitiba nos trilhos da dignidade social, do crescimento econômico e da responsabilidade ambiental.

    Possibilitar que os curitibanos e curitibanas tenham, ainda mais, acesso aos benefícios desse momento histórico que vive nosso país: esse deve ser o único motivo a nos guiar.

    Não há espaço para o egoísmo, para o curto prazo ou para a indiferença. Reafirmamos nosso entendimento de que nossa preocupação inicial é e deve ser com a cidade.

    Com a falta de desenvolvimento, ausência de ações inovadoras, com problemas que só se agravam nas várias áreas de atendimento a população principalmente os mais carentes e com a falta de perspectiva de futuro a médio e longo prazos”.

    (Tese “Uma aliança para mudar Curitiba com você”).



    Publicado por jagostinho @ 12:28



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2 Respostas

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  • Diomar Gaúcho PDT Disse:

    Concordo com aliança que esta se formando entorno da candidatura de Gustavo Fruet, precisamos tirar essa gente que esta no poder hà mais de três decada. A oportunidade é agora, ou vão se perpetuar no poder. Isso não pode acontecer. Diomar Gaúcho Curitibano há 31 anos. Pré-cand. A Vereador pelo PDT.

  • Ana Maria Disse:

    O PDT é um forte e deveria deixar de ser usado pelo PT e PMDB. Por que não fazem aliança com o PPS, PV, PSC PSB que também são partidos com uma grande seriedade. Basta de gente no poder que estão acabando com a dignidade das pessoas, com tantos impostos e de valores altíssimos. Paga-se um absurdo de tributos só para beneficiar o governo federal. O PT e o PMDB fazem do PDT como aquela propaganda de chá, usam e abusam de vocês.

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