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  • 26fev

    RADAR ON-LINE/LAURO JARDIM/VEJA.COM

     

    Vargas versus Cristo

    Vargas: um discurso surpreendente de um leitor influenciado pelas ideias de Nietzsche

     

    Um Getúlio Vargas surpreendente emerge das páginas de Getúlio, o primeiro volume da trilogia que o jornalista Lira Neto lança pela Companhia das Letras em maio.

    Uma das revelações do livro é o discurso de formatura do jovem Vargas, na Faculdade de Direito de Porto Alegre,em 1907.

    Ali, aos 25 anos, surge um Vargas seduzido pela filosofia de Nietzsche (“esse alucinado genial”) e crítico à condição da mulher de então (“Amesquinhada, ser inferior, serpente tentadora do mal”).

    Noutro trecho, investe contra o cristianismo (“A moral cristã é contrária à natureza humana, inimiga da civilização”) e ataca sua moral sexual (“O cristianismo desnaturou a grandeza da sexualidade” ou seja, “a união dos seres numa transfusão do magnetismo amoroso, considerado pelos cristãos como um comércio impuro”).

    Se hoje tal discurso já causaria polêmica para um político, há cem anos impediria qualquer carreira de decolar. Por isso, os anos se passaram e Vargas trancafiou o libelo, do qual nunca mais se teve notícia.

    Escondeu o seu conteúdo da própria família. Em 1977, Alzira, sua filha, doou uma série de documentos à Fundação Getúlio Vargas (FGV ), mas, por escrito, recomendou expressamente sobre o texto inflamado: “não pode e não deve ser publicado, sob hipótese alguma”.

    A recomendação, ainda bem, não foi respeitada por Lira Neto.

     

    Na mesa

    Abílio pode ganhar a Via Varejo, dona de Ponto Frio e Casas Bahia

     

    Um dos desfechos possíveis na negociação entre Abílio Diniz e o Casino pode dar ao brasileiro a Via Varejo (ex-Globex), que é dona do Ponto Frio e Casas Bahia.

    Por essa solução, Abílio sairia dos supermercados e levaria a maior rede de varejo de eletroeletrônicos do Brasil.

    Essa é, ressalte-se, uma das possibilidades que estão hoje na mesa; não a única.

     

    Clima de enterro

    Serra compara candidatura a um enterro

     

    Duas semanas atrás, José Serra analisava com um interlocutor a possibilidade de candidatar-se à prefeitura de São Paulo. Comparou a um enterro. Disse Serra:

    – É um enterro, sim. A diferença é que se eu ganhar, será um enterro com honras militares; se eu perder, será um enterro de indigente.

     

    Dossiê ANTT

    Papel, cobras e lagartos

     

    Depois de metralhar o diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, na sabatina da Comissão de Infraestrutura do Senado, Roberto Requião passou a semana distribuindo aos senadores um dossiê com informações sobre eventuais falcatruas envolvendo o diretor da ANTT.

    Na próxima semana, a recondução de Figueiredo deve ser votada no plenário do Senado e o barulhento Requião promete agir novamente.

     

    Merchandising de leve

    Merchandising com parcimônia

     

    Fátima Bernardes fará merchandising em seu programa, que estreará no segundo semestre.

    Como deixou a Central Globo de Jornalismo (onde o jornalista é proibido de fazer comerciais) e está agora na Central Globo de Produções, não há mais restrições.

    Mas a Globo decidiu que, para não chocar o desacostumado telespectador, o merchandising será introduzido aos poucos.

     

    Quarteto enrolado

    Na mira da oposição

     

    Para desgosto de Dilma Rousseff, a oposição retornou ao Congresso nesta semana dando sinais de que não pretende desistir de convocar seus ministros.

    Requerimentos pedindo a convocação de Guido Mantega, Gilberto Carvalho, Eleonora Menicucci e Fernando Pimentel estão na mesa de Marco Maia prontinhos para votação nas comissões.

    Segundo Fernando Francischini (PSDB-PR), a oposição irá aproveitar a insatisfação da base aliada com o governo para cobrar a votação o quanto antes.

    Para quem não lembra, Mantega será chamado a explicar no Congresso o motivo da demora em demitir o ex-presidente da Casa da Moeda Luiz Felipe Denucci.

    Pimentel falará de suas polêmicas consultorias e Carvalho poderá ser convocado a falar de suas relações com uma mensageira de Durval Barbosa, o delator do esquema de corrupção de Brasília.

    Menos enrolada, mas ainda na mira dos evangélicos, Eleonora será chamada a falar de suas posições sobre o aborto.

    Publicado por jagostinho @ 11:47



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