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  • 05fev

    Delúbio Soares (*)

    Não faz muito, foi nos anos 90, flagelos que pareciam distantes de nossa realidade reapareceram com força no panorama da saúde pública brasileira.

    A tuberculose, a hanseníase, a meningite, epidemias as mais variadas, invadiram lares e opulentaram tristes estatísticas, comprovando a falência do modelo adotado naqueles anos de desbragado neoliberalismo.

    E os prejuízos causados são os piores, pois são sentidos diretamente na vida da população mais carente, dos que mais precisam e menos possuem.

    Tapar o sol com a peneira ou é cinismo ou autismo. Achar que a saúde pública vive o melhor dos seus momentos, idem.

    Mas não há como se negar a melhoria considerável nos serviços de saúde e os esforços continuados que o governo federal tem empreendido na área desde 2003, quando o presidente Lula e sua equipe encontraram um setor que serviu de vitrine eleitoral, mas não servia para o atendimento ao cidadão que precisava de atenção médico-hospitalar.

    E existe uma verdade absoluta: com um país em crescimento permanente, com população que aumenta a cada dia, os serviços de saúde serão cada vez mais e mais requisitados, em volume impressionante, com custos estratosféricos e demandando investimentos contínuos na manutenção, melhora e ampliação de toda a rede existente e na construção de novos postos de saúde e hospitais regionais e de referência Brasil afora. E ao governo federal cabe fazer frente a tamanho desafio.

    Desde que Osvaldo Cruz, nomeado pelo presidente Rodrigues Alves em 1903, enfrentou as epidemias de febre amarela e varíola, já se sabe que a saúde pública é um tema polêmico e contraditório.

    Aquele brilhante cientista, um dos maiores brasileiros de todos os tempos, chegou a ser considerado um “inimigo público”, enfrentou uma saraivada de discursos contra o seu trabalho e foi obrigado a comandar pessoalmente a invasão de casas e estabelecimentos comerciais que se recusavam a colaborar com a limpeza e a imunização necessárias.

    Ao final, venceu a parada, salvou milhares de vidas e entrou para a história como um de nossos grandes homens.

    Muito se fez pela saúde nos dois mandatos do presidente Lula. Não só se recuperou o tempo perdido como se avançou na consolidação de um modelo exeqüível de atenção a todos os cidadãos que precisem do sistema de saúde pública.

    A humanização dos serviços prestados foi perseguida com afinco através de ações pontuais que o governo Dilma vem aprimorando.

    Pois somente governos com compromissos populares sabem da importância do sistema de saúde pública, do que representa para o homem e a mulher do povo e suas famílias um atendimento médico-hospitalar decente.

    Há dois programas em andamento na área da saúde, dentre os vários que mudaram a face do importante e difícil setor, que merecem nossa atenção e comentário.

    São a demonstração cabal do compromisso dos governos do PT, com Lula e agora com Dilma, com ampla visão social e profundo comprometimento com a melhoria da saúde pública em nosso país.

    O “Melhor em Casa”, lançado em novembro de 2011 pela presidenta Dilma Rousseff, que amplia o atendimento domiciliar aos pacientes do SUS, garantindo um serviço mais humanizado e acolhedor, longe do hospital, mas perto dos médicos, dos enfermeiros e de todos os equipamentos e medicação necessária.

    Milhões de brasileiros já estarão sendo alcançados até o final de 2012 com estritos padrões de serviços e atendimento internacional.

    Há programas como esse em andamento nos países desenvolvimentos do norte europeu, no Canadá e em várias regiões dos Estados Unidos.

    É óbvio que os pregoeiros do caos e a oposição impenitente e derrotada não tem o menor interesse em que se divulgue esse imenso avanço qualitativo no sistema público de saúde…

    Com o “Saúde Toda Hora”, O governo federal, juntamente com estados, municípios e gestores hospitalares, promoverá o enfrentamento das principais necessidades desses hospitais, melhorará a gestão, qualificará e ampliará o acesso aos usuários em situações de urgência, além de reduzir o tempo de espera, e garantir atendimento ágil, humanizado e com acolhimento.

    A ação tem início em 11 hospitais de grande porte, que são referências regionais e têm grande demanda diária.

    O S.O.S Emergências funcionará articulado com os demais serviços de urgência e emergência que compõem a Rede “Saúde Toda Hora”, coordenada pelo Ministério da Saúde e executada pelos gestores estaduais e municipais.

    As unidades hospitalares deverão estar articuladas com o SAMU 192, UPAS 24 horas, Salas de Estabilização, serviços da Atenção Básica e Melhor em Casa. A Rede Saúde Toda Hora vai investir, até 2014, R$ 18,8 bilhões nesses serviços.

    Existe um compromisso claro do governo petista com a saúde, a educação e a melhoria crescente nas condições de vida de nosso povo.

    Isso ficou claro quando a presidenta Dilma escolheu um dos mais jovens, porém mais experientes quadros dirigentes da área de saúde pública, o companheiro Alexandre Padilha, para dirigir o Ministério da Saúde.

    Trata-se de um médico humanista e grande conhecedor de nosso país, de suas carências e de suas potencialidades, e já está fazendo um excelente trabalho no verdadeiro desafio que lhe foi entregue em mãos.

    Os governos petistas têm um compromisso inequívoco com a saúde de nosso povo.

    E, com competência e trabalho, tem dado conta do recado.

    (*) Delúbio Soares é professor

    www.delubio.com.br

    www.twitter.com/delubiosoares

    www.facebook.com/delubiosoares

    [email protected]

    Publicado por jagostinho @ 17:18



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Míriam Disse:

    Acabo de ouvir o Kalil dizendo na tv que o SUS É O MELHOR SISTEMA DE SAÚDE DO MUNDO. O que falta é dinheiro.
    Contraditório , pois se é o melhor , pq pagamos plano de saúde privado?
    Se falta dinheiro como ser o melhor? Se ele se refere ao sistema em si , é possível separar a instituição/sistema com a prática diária e a falta de recursos?
    Bem sendo médico de políticos , é tão evasivo qto seus clientes? Alguém explica?

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